[Previsão 17/18] Hornets: a insistência vale a pena?

Mais uma temporada que começa e mais um ano que o Charlotte Hornets aposta na mesma fórmula para tentar beliscar uma vaga no final da zona de classificação para os playoffs do Leste.

O time não é ruim, Kemba Walker é um craque – subvalorizado, aliás -, mas chega a ser irritante ver uma franquia há tanto tempo paralizada nas mesmas apostas. Uma insistência que, com o passar do tempo, vem se provando pouco inteligente e eficaz.

No papel, o Hornets é um time que reúne vários jogadores de medianos pra bons, todos com um alto potencial de desenvolvimento e com características excelentes para a composição de um elenco eficiente e vencedor. O grande problema é que nenhum deles (exclua Kemba de toda essa conversa) conseguiu sequer alcançar as expectativas criadas – muito menos superá-las.

E o Hornets embarca em mais uma temporada apostando que um raio vai cair na Carolina do Norte e todos esses caras vão finalmente vingar.

Nicolas Batum, por exemplo. Foi contratado a peso de ouro, ganhando mais de 20 milhões por ano, com um contrato de super estrela, com moral de franchise player. Na prática, é um jogador muito bom, que ajuda dos dois lados da quadra, que tem suas noites excelentes, mas que pode passar semanas sem chamar a atenção. É muito discreto para tudo que se esperava dele.

Frank Kaminsky, Cody Zeller e Michael Kidd Gilchrist, 9ª, 4ª e 2ª escolhas, respectivamente, em cada um dos seus drafts. São bons, esforçados, úteis… e só. Dão a impressão que ainda tem algo para mostrar na liga. Mas os anos passam e a cada temporada a chance de uma melhora significativa de performance diminui. Jogadores das mesmas posições que foram draftados depois deles já estouraram e eles estão ali, tímidos, ajudando, mas sem o menor protagonismo.

O risco de entrar nesse moto-contínuo sem graça ficou mais evidente quando o time abriu mão da renovação de alguns reservas que, na soma de forças, faziam o time ter uma das rotações mais profundas da liga. Saíram Al Jefferson, Jeremy Lin e Courtney Lee. O front office insistiu em alguns nomes em detrimento de outros. Não deu muito certo – tanto que o time teve 12 derrotas a mais na última temporada em relação à anterior.

Na mesma pegada, o clube agora aposta na decadência humana que é Dwight Howard. O pivô até teve bons números ano passado, mas sua performance coletiva foi desastrosa. Por mais que ele tenha jurado que isso não ia acontecer quando assinou com o Atlanta Hawks, sua motivação despencou na primeira adversidade. Sem o menor comprometimento, Dwight quase nem foi usado nas últimas partidas dos playoffs – quando, em tese, os times vão com tudo com o que têm de melhor. Será que vale a pena insistir em um cara assim?

Não acho que a chegada dele vá ser decisiva para tirar a equipe da inércia – por mais que garantam que agora ele vai jogar “já que Steve Clifford, técnico do time, foi seu treinador no Orlando Magic, quando teve o melhor desempenho da carreira”.

Com esse time, o Hornets até deve se classificar para o mata-mata, até pode surpreender com Malik Monk, mas ainda tem tudo para ter mais um ano sem muita graça, com todos esses caras jogando bem alguns jogos, decepcionando em outros, mas nunca se desenvolvendo naquilo que um dia esperou-se deles. É uma pena. Parece que essa insistência toda não valeu tanto a pena para formar um time apenas médio.

Offseason
O time foi bem no draft ao pegar Malik Monk. O jogador caiu no recrutamento por conta de uma lesão, mas é um combo guard que pode ajudar Kemba Walker na sua tarefa de carregar o time nas costas.

Trocou uns cascos de banana podre por Dwight Howard, o que não é um problema em si. O foda é ter que arcar com dois anos de salário de um jogador que atualmente não ajuda muito as equipes por onde passa. Mas se der certo, foi um excelente negócio.

Time Provável
PG – Kemba Walker / Michael Carter Williams
SG – Nicolas Batum / Malik Monk / Treveon Graham
SF – Michael Kidd Gilchrist / Jeremy Lamb / Dwayne Bacon
PF – Marvin Williams /Frank Kamisnky /Johnny O’Bryant
C – Dwight Howard / Cody Zeller

Expectativas
Eu acho que é um time para ficar entre a sexta e oitava colocação, o que no Leste não é um grande mérito. Depende que alguém faça algo diferente esse ano – Dwight volte a ter tesão, Batum largue mão da timidez em quadra, Monk mostre serviço logo de cara – para encostar no segundo escalão da conferência.

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[Previsão 17/18] Pelicans: o teste da contracultura do basquete

Goste ou não, o sucesso do Golden State Warriors influenciou a NBA como um todo. Posições bem definidas são obsoletas, jogo cadenciado está por fora, arremessos próximos ao aro não parecem mais inteligentes. Jogar com pivôs de verdade, explorando o post, então, é jurássico.

O New Orleans Pelicans não concorda com isso. O time ousou ao, ano passado, oferecer um pack por um ano e meio de contrato de DeMarcus Cousins, um dos melhores pivôs da NBA atualmente. O curioso é que o time já tinha em seu elenco outro excelente jogador de garrafão, Anthony Davis, formando uma dupla que cairia muito bem no modelo de jogo dos anos 80 e 90, mas que hoje é coisa rara de se ver.

Depois de um período duro de adaptação, as coisas se acertaram e por pouco que o Pelicans não conseguiu uma vaga nos playoffs praticando a contracultura do basquete.

Para este ano, a montagem do elenco ficou ainda mais esquisita: Rajon Rondo se junta a Jrue Holiday na armação, dois jogadores esguios, que não são bons chutadores de fora e que dominam muito a bola. Sinceramente, não há como prever o desempenho deste quarteto – por mais que Cousins e Davis sejam jogadores que saibam chutar de todos os cantos da quadra. A formação é absolutamente diferente de tudo que vemos na liga atualmente.

Sobra talento, mas o time parece muito unidimensional. Ao mesmo tempo, parece que nenhuma equipe será capaz de enfrentá-los em um matchup 100% favorável. Sempre, se alguma forma, parece que o Pelicans terá um escape para atacar.

Partindo deste princípio, dá para imaginar o New Orleans sendo páreo duro contra qualquer time da liga. Se o esquema funcionar, o time com certeza briga por playoffs. Se demorar para engrenar, pode ser desastroso, e até custar a permanência de Cousins para a próxima temporada.

Offseason
A franquia trabalhou discretamente, mas bem. Contratou o sempre útil Tony Allen e buscou o confuso, mas inegavelmente competente Rajon Rondo (que teve uma boa temporada jogando ao lado de Demarcus Cousins em Sacramento).

Time Provável
PG – Rajon Rondo / Ian Clark / Frank Jackson
SG – Jrue Holiday / Tony Allen / Jordan Crawford / E’Tawn Moore
SF – Darius Miller / Solomon Hill / Dante Cunninghan
PF – Anthony Davis / Cheick Diallo / Perry Jones
C – Demarcus Cousins / Alexis Ajinca / Omer Asik

Expectativas
Acredito que o New Orleans Pelicans briga por playoffs neste ano, com alguma chance do time engrenar e se garantir sem passar sufoco. Como o elenco não tem muita profundidade, alguma lesão em um dos principais jogadores pode ser bastante prejudicial.

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[Previsão 17/18] Mavericks: a filosofia colocada à prova

A evolução de times como Philadelphia 76ers, Los Angeles Lakers e Phoenix Suns faz parecer que o tanking, a estratégia de ter campanhas ruins de propósito por alguns anos para reunir vários talentos em um mesmo elenco na esperança de formar um elenco forte para o futuro, vale bastante a pena. Não que os três times tenham a garantia de sucesso para os próximos anos, mas é um processo que dá mais sinais de êxito do que outros métodos mais tradicionais, via trocas e se agarrando às mínimas chances de playoffs quando tiveram essa chance (a exemplo de Nets e Knicks em temporadas recentes).

Mesmo assim, alguns times parecem convictos em rejeitar o tank. San Antonio Spurs, Miami Heat e Dallas Mavericks são os maiores símbolos disso. A filosofia destes times consiste em formar uma cultura vencedora que seja suficiente para atrair grandes nomes sem contrato, além de atacar trocas e desenvolver jogadores medianos dentro de casa. Perder de propósito, jamais!

A tática, na teoria, é maravilhosa, mas é colocada à prova quando as coisas começam a não dar muito certo, o elenco envelhece e as perspectivas de futuro no curto prazo não são animadoras.

É neste cenário que o Dallas Mavericks se encontra hoje, seduzido pela possibilidade de reforçar o time pelo draft e sem muita bala na agulha para atrair bons jogadores nas próximas offseasons.

No ano passado, a dúvida já balançou a franquia. O time começou mal, se recuperou, achou que era possível se classificar e, no final, se entregou. Se esforçou para subir no draft – o problema é que, naquele ponto, metade da liga fazia o mesmo.

A renovação caridosa de Dirk Nowitzki – que cortou seu salário em menos da metade para ajudar no processo de renovação do time via free agency – e o fato de um dos melhores jogadores do draft ter caído no colo na 9ª posição coloca, mais uma vez, o Mavericks em uma posição estranha.

Por mais que o tank faça sentido para tentar pescar um bom jogador do jeito mais fácil mais uma vez, o clube não está totalmente desguarnecido de talento e não precisa necessariamente entregar os pontos logo de caa. Uma campanha honesta neste ano seria convidativa a bons jogadores em final de contrato e, naturalmente, o Dallas poderia reforçar sua cultura vencedora.

Um elenco com Dennis Smith Jr, Harrison Barnes e Nerlens Noel já é ok. Umas duas peças bem úteis ou um jogador fora de série para assumir a franquia depois de Dirk Nowitzki colocaria o Mavericks no mesmo patamar que esteve nas últimas duas décadas, pronto para ficar por lá por mais uns bons anos.

Não vejo este time brigando por playoffs, mas imagino que possa oscilar fases boas e ruins ao longo da competição, tirando vitórias importantes de times que estarão por cima e entregando o outro, às vezes, para aqueles que não disputam nada.

Offseason
O time foi muito bem ao pegar um dos maiores steals do draft deste ano. Quem acompanha os calouros mais de perto acredita que Dennis Smith Jr é um dos favoritos ao título de calouro do ano.

O front office foi duro, mas eficiente na renovação dos jogadores. Chegou a um acordo baratíssimo para que Dirk Nowitzki ficasse mais duas temporadas com a equipe e renovou com Nerlens Noel por uma mixaria, preservando a folha salarial para esta e para as próximas temporadas – é o segundo time que menos paga salários em toda a NBA, com ‘apenas’ 75 milhões de dólares comprometidos.

Time Provável
PG – Dennis Smith Jr / JJ Barea / Yogi Ferrell
SG – Wesley Matthews / Seth Curry / Devin Harris
SF – Harrison Barnes / Dorian Finney-Smith
PF – Dirk Nowitzki / Josh McRoberts /Dwight Powell
C – Nerlens Noel / Salah Mejri

Expectativas
Vejo um Dallas Mavericks bem parecido com o time do ano passado. Chato de se enfrentar, mas também não muito bom de se torcer. Imagino que fique entre os melhores times que não vão aos playoffs.

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[Previsão 17/18] Kings: choque de gerações

Eu era contra a troca, mas é inegável que, mesmo sendo uma negociação em que saiu em brutal desvantagem, a saída de Demarcus Cousins deu novo fôlego ao Sacramento Kings. Ao invés de ser um clube de aluguel para uma estrela com absurdo talento, mas falta de capacidade comprovada em elevar o potencial de um time inteiro, agora o time da capital da California está conseguindo formar uma equipe mais equilibrada, com bons talentos futuros que se complementam em praticamente todas as posições.

Isso ainda é insuficiente para tirar o Kings do jejum de mais de uma década sem playoffs, mas já é suficiente para promover um sentimento renovador na torcida: há para o que torcer, há esperança de que, dentro de alguns anos, isso vire um time que vá brigar do meio para cima da tabela.

Essa mudança de clima no clube se dá por uma offseason surpreendentemente boa – ênfase no ‘surpreendentemente’, já que o time estava quase no mesmo nível do Brooklyn Nets no quesito de negociações desastrosas e decisões erradas para o futuro.

O front office conseguiu fazer um draft muito sólido e atrair free agents interessantes. Na primeira parte da offseason, preencheu o elenco com bons talentos estreantes na liga. Na segunda fase, buscou jogadores úteis para o complemento do elenco, todos veteranos super experientes.

Com isso, o elenco do Kings tem dois grupos muito bem definidos: um time de jogadores rodados, com todo tipo de história dentro da liga (Vince Carter, Zach Randolph, George Hill), e outro só de moleques.

Por mais que isso possa gerar alguma confusão num primeiro momento – quem joga? qual será o núcleo do time? -, é uma receita batida de sucesso: os novatos são blindados da pressão inicial por resultados, enquanto os tiozões enchem seus bolsos de dinheiro naqueles que podem ser seus últimos contratos realmente gordos tendo a contrapartida de tutelarem os mais novos nas próximas temporadas.

Carter está neste papel há quase uma década e todos dizem que ele trabalha muito bem assim. Já foi uma das maiores estrelas da liga, já esteve em times ruins, em times bons, já brigou com diretoria, já forçou saída de time. Enfim, só não cresce ao lado dele quem não quer. Zach Randolph, apesar do histórico maloqueiro, é um cara que aprendeu a ser coadjuvante e, mesmo assim, erguer uma franquia. Dizem ser gente fina e bom de elenco. George Hill nem é tão velho assim, mas já foi do Spurs, franquia com melhor cultura da liga inteira, já foi rejeitado por eles, já deu a volta por cima e foi para esta offseason sendo um dos alvos mais interessantes.

Na outra parte do elenco, uma porrada de calouros ou segundo anistas que têm muito o que aprender com estes caras. Se metade deles souberem tirar algo positivo disso, já é uma boa seletiva para a formação de elenco futura da franquia.

O time ainda conta com Buddy Hield e Bogdan Bogdanovic. Atletas experientes (anos de college ou basquete europeu), mas que ainda precisam se adaptar à cultura da NBA – e devem ser favorecidos por este ambiente de intercâmbio.

Offseason
Foi excelente, especialmente levando em conta que o Sacramento Kings é uma franquia que parecia condenada ao caos e vinha de uma troca desgraçada com o New Orleans Pelicans para despachar DeMarcus Cousins. Draftar De’Aaron Fox foi uma escolha acertada – o armador parece pronto para colaborar desde já e só não saiu antes porque a turma deste ano era realmente sobrenatural. Ainda teve outras três escolhas interessantes: os alas Justin Jackson e Harry Giles e o armador Frank Mason, que só caiu na lista por estar machucado.

Assinou com jogadores bem úteis no período de free agency. Zach Randolph e Vince Carter são veteraníssimos, mas tem lenha para queimar, e George Hill vem da melhor temporada da sua vida para ser um combo guard que vai ajudar muito a rotação.

Time Provável
PG – De’Aaron Fox/ George Hill/ Frank Mason
SG – Buddy Hill/ Bogdan Bogdanovic/ Gerrett Temple
SF – Justin Jackson/ Vince Carter/ Malachi Richardson
PF – Zach Randolph/ Skal Labissiere/ Harry Giles
C – Willie Cauley-Stein/ Kosta Koufos/ Georgios Papagiannis

Expectativa
Finalmente o Sacramento Kings tem um time que pode ser legal para se torcer. Se para a maioria dos times isso não quer dizer nada – a turma quer ganhar, disputar playoffs e etc -, para a franquia californiana isso já é um puta avanço. Não imagino o time disputando qualquer coisa neste ano, mas acho que não fica naquela zona intermediária entre o final da tabela e os primeiros times que não brigam por mata-mata.

 

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[Previsão 17/18] Timberwolves: não há mais desculpas para não deslanchar

Ano passado já era quase isso. Karl Anthony Towns tinha se mostrado um jogador especial, Andrew Wiggins tinha entendido seu papel no time, havia alguns jogadores que ultrapassavam a linha da puberdade e agora podiam ser cobrados como adultos e, na beira da quadra, um dos melhores técnicos da NBA, Tom Thibodeau, comandaria o time na volta aos playoffs. Parecia óbvio que era o ano da virada do Minnesota Timberwolves. Não foi.

Estranhamente, Wiggins até evoluiu, Towns idem. Lavine jogou bem (enquanto jogou), Rúbio também corrigiu mais algumas deficiências… mas não aconteceu. O time manteve o desempenho pífio na tabela.

Tom Thibodeau não conseguiu emplacar sua marca registrada. A defesa do time era fraca coletivamente, apesar de ter bons talentos individuais – um problema que ninguém imaginaria naquele time.

No final das contas, o grande trunfo do time (ter várias opções jovens que, em tese, poderiam ajudar a equipe por um longo período) foi o que condenou a temporada passada. A molecada não era tão dedicada quanto deveria na marcação (e o time fechou o campeonato com a 26ª pior defesa) e corria muito no ataque.

Acho que o dado que melhor exemplifica essa inexperiência é o retrospecto do time em momentos de placar apertado. Nos casos em que o jogo estava com uma diferença menor do que cinco pontos nos dois últimos minutos, o Minnesota ficou com 15 vitórias e 30 derrotas, o segundo pior desempenho, atrás apenas do Phoenix Suns.

Era frequente o time abrir uma boa vantagem nos dois primeiros quartos e entregar o outro na segunda metade do jogo. A diferença média do placar nos dois quartos finais era de -6 pontos, a 27ª pior da NBA, por exemplo.

Este diagnóstico, no entanto, não é trágico se projetado para a temporada que começa em algumas semanas. Na análise mais básica possível, dá para dizer que o time envelheceu, amadureceu e aprendeu com isso. Não só os jogadores estão obviamente uma temporada mais calejados, mas a franquia trocou dois de seus jovens (Zach Lavine e Kris Dunn) por uma estrela bem rodada (Jimmy Butler). Contratou um dos reservas mais experientes e subestimados da liga (Taj Gibson) e trocou seu armador (despachou Ricky Rúbio e assinou com Jeff Teague).

O time é oficialmente melhor e mais cascudo.

A turma também estará mais azeitada com Thibodeau. De novo, não só por ser mais um ano sob a tutela dele, mas porque dois dos principais jogadores que chegaram já jogaram muitos anos com o técnico nos tempos de Chicago Bulls.

Não vejo o Timberwolves fora dos playoffs neste ano. Qualquer coisa diferente disso é um desastre para os planos da franquia, que enfrenta a maior seca da atualidade sem ir para o mata-mata (13 anos).

Offseason
Como dito anteriormente, o time se mexeu bem. Mandou um ala-armador bom, mas machucado para o Chicago Bulls junto com um armador promissor mas que não mostrou nada na sua temporada de estreia. Em troca, recebeu um all star, um dos melhores jogadores da liga nos dois lados da quadra.

Eu questiono um pouco a escolha por Jeff Teague no lugar de Ricky Rubio. Eu adoro Rubio. Acho um jogador excelente, com qualidades específicas para a posição que ajudam qualquer equipe. Inteligente, marca muito bem e não é tão mau chutador quanto sua fama diz. Por outro lado, detesto Teague. Fraco fisicamente, inconstante e baixo QI para comandar o time no ataque. Para piorar, será o maior salário do time nesta temporada.

Apesar disso tudo, admito que o encaixe de Teague no time possa justificar a escolha. Rubio domina muito a bola, Teague chuta melhor, o que complementa bem as características de Wiggins e Butler. Mesmo assim, não é uma troca que eu teria feito.

Time Provável
PG – Jeff Teague/ Tyus Jones
SG – Jimmy Butler/ Jamal Crawford
SF – Andrew Wiggins/ Shabazz Muhammad/ Nemanja Bjelica
PF – Gorgui Dieng / Taj Gibson
C – Karl Anthony Towns / Cole Aldrich / Justin Patton

Expectativas
Apesar de todo o Oeste ter melhorado consideravelmente e isso significar uma concorrência ainda mais cruel para o Timberwolves, eu não vejo o time fora dos playoffs. Espero, inclusive, uma classificação ligeiramente confortável, acima da sexta posição. O maior problema do time, ao meu ver, é a falta de profundidade do elenco, especialmente no backcourt. Neste caso, uma lesão poderia atrapalhar os planos da equipe. Mesmo assim, o quinteto titular é forte o suficiente para aguentar a barra dos 82 jogos.

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[Previsão 17/18] Knicks: os dois últimos dramas

Não tem como a temporada que está para começar ser mais enrolada, mais dramática do que a última para o New York Knicks. Isso não é necessariamente uma boa notícia. Só não é tão trágico quanto foram os últimos meses da franquia: assinatura com veteranos contestados, as invenções de Phil Jackson, o sumiço de Derrick Rose, a briga de Jackson e Carmelo Anthony, a insatisfação de Kristaps Porzingis… É difícil bater um roteiro tão caótico quanto este, mesmo.

A saída de Jackson e de Rose já solucionou boa parte dos problemas do time. Agora, a franquia só precisa solucionar duas coisas que ainda estão pendentes para que siga adiante: resolver o pedido de Carmelo Anthony para ser trocado e acalmar Porzingis.

O primeiro nó esta mais perto de ser desatado. O jogador, que tem uma cláusula contratual que permite que ele só seja negociado com a equipe que quiser, já manifestou a vontade de se unir a James Harden e Chris Paul no Houston Rockets. O impasse é que o Knicks ainda não encontrou uma compensação que valha a pena. Mesmo que isso venha se arrastando há meses, a direção do NY pelo menos tem um norte aqui. Na pior das hipóteses, vai se desfazer de seu jogador por um pack de menor valor.

A outra treta é um pouco mais delicada. Kristaps é o futuro da equipe e deveria estar mais tranquilo agora que Phil Jackson se foi. Não é o que alguns insiders dizem. Correm os boatos que Porzingis e o técnico Jeff Hornacek não nutrem um sentimento, digamos, de carinho mútuo. O problema seria a diferença de personalidades e a forma que o comandante encontrou de reafirmar sua liderança perante o elenco, repreendendo Porzingis de mais e seus colegas de menos, o que incomodou o letão.

Se for só isso mesmo, eu acho uma puta besteira. Coisa de técnico novo e jogador inexperiente. No entanto, não dá para saber ao certo. Se o desentendimento realmente existe e se desenrolar ao longo da temporada, o front office precisará fazer algo para não prejudicar o desenvolvimento do seu time.

(Nathaniel S. Butler/NBAE via Getty Images)

Isso solucionado, o Knicks estaria em condições de se desenvolver em um time interessante para os próximos anos, com a vantagem de ter jovens jogadores que já entregam bons resultados, como Willy Hernangomez, um achado.

Offseason
Foi um período em que o Knicks não concretizou muita coisa. Tentou muito trocar Carmelo Anthony, mas não fechou nenhum negócio que interessasse ao time e ao jogador – que tem o poder de veto. Na prática, apostou em Tim Hardaway Jr – um ‘move’ que tem tudo para dar errado, mas que, vá lá, tem alguma chance mínima ainda de surpreender, visto que ele foi razoavelmente bem no Atlanta Hawks.

Time Provável
PG – Ron Baker/ Frank Ntilikina/ Ramon Sessions
SG – Tim Hardaway Jr/ Courtney Lee
SF – Carmelo Anthony/Lance Thomas
PF – Kristaps Porzingis/ Michael Beasley/ Mindaugas Kuzminskas
C – Willy Hernangomez/ Joakim Noah/ Kyle O’Quinn

Expectativas
Existem algumas condicionantes que ainda podem alterar o provável desempenho do Knicks neste ano. Se Carmelo ficar para jogar o que sabe, o time pode brigar pelas últimas vagas de playoffs até. O mesmo pode acontecer se o troco pelo jogador for bom para contribuir de imediato. No entanto, brigar por uma vaga no final dos playoffs talvez não seja a melhor opção para o planejamento a médio prazo e talvez o time escolha tentar subir algumas posições no draft do ano que vem com uma campanha ruim nesta temporada.

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[Previsão 17/18] Magic: é devagar que se vai a lugar nenhum

Se você está acompanhando o preview dos outros times aqui no blog, deve ter notado que, exceto o Brooklyin Nets, os demais (Lakers, Suns e Sixers) são times que foram bem ruins nos últimos anos, mas agora vivem a esperança de um futuro mais produtivo, com vários bons jogadores jovens. O Orlando Magic é quase isso. Na verdade, é um projeto como este, só que lento e mal sucedido.

Já são cinco temporadas sem playoffs, quatro delas com menos de 30 vitórias, o pior retrospecto recente da conferência Leste ao lado do Philadelphia. Apesar da eternidade toda de ruindade, o time não conseguiu capitalizar bons jogadores via draft. Aliás, colecionou dúvidas, fracassos e apostas questionáveis.

A sensação é que ninguém no time desencantou. Elfrid Payton é bom, mas joga em uma época que há pelo menos uma dúzia de armadores muito bons e bem melhores do que ele. Aaron Gordon parece ter talento, mas enfrenta a dúvida dos seus técnicos sobre a sua posição ideal e até hoje não conseguiu mostrar onde seria um jogador mais útil. Nikola Vucevic é um pivô útil ofensivamente, mas fraco na defesa (como dezenas que esquentam banco em outras equipes por aí). Mario Hezonja era o projeto de craque da equipe, mas hoje já é candidato a fiasco.

A temporada passada, que foi chave para várias franquias retomarem a esperança de um dia voltarem a ser bons times, foi uma zona para o Orlando. Péssimas trocas, negócios desfeitos e um dos maiores micos do ano: o vazamento de uma foto com todos os alvos do time na intertemporada deste ano – e a convicção de reformulação do time é tão fraca, que nenhum dos jogadores que interessavam naquela época acabaram indo para a franquia.

No final das contas, o time faz um processo de reconstrução fraco, torto e que não vai chegar a lugar algum. É bem provável que mais alguns anos de fracasso venham pela frente.

Offseason
O time manteve seu núcleo jovem e, até o momento, meio sem sal. Conseguiu um steal assinando com Jonathon Simmons, mas que é o tipo de jogador que faria sentido em um time mais bem estabelecido ao invés de uma franquia que amontoa jogadores jovens. Além dele, Arron Afflalo também assinou com o time, deflagrando a total falta de confiança em Mario Hezonja.

No draft, o time escolheu Jonathan Isaac, um jogador absurdamente atlético e que preenche bem a rotação da equipe. Mas no futuro o Magic pode ser cobrado por ter deixado passar Dennis Smith Jr, armador sensação que caiu no colo do Dallas Mavericks três escolhas depois.

Time Provável
PG – Elfrid Payton/ Shelvin Mack/ DJ Augstin
SG – Evan Fournier/ Arron Afflalo/ Mario Hezonja
SF – Terrence Ross /Jonathon Simmons/ Wesley Iwundu
PF – Aaron Gordon/ Jonathan Isaac/ Marreese Speights
C – Nikola Vucevic/ Bismack Biyombo

Expectativa
O time não é dos piores do Leste, que já é uma conferência fraca, mas ainda não é um dos oito melhores. Deve ficar na zona insonsa por mais um ano.

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[Previsão 17/18] 76ers: o confronto da expectativa com a realidade

Adiado por um ano e com a adição de mais um provável super talento, o projeto de renovação do Philadelphia 76ers finalmente chegou ao seu ponto alto: aquele momento em que todos os calouros que o time queria foram reunidos e que agora precisam começar a jogar juntos para ver se formam um time realmente bom.

Individualmente falando, a equipe é muito empolgante. Markelle Fultz é considerado o melhor jogador do melhor draft dos últimos anos. Espera-se que Ben Simmons seja uma miniatura de Lebron James. Joel Embiid, no pouco tempo que jogou, mostrou ser um cara com excelentes recursos. Mas e juntos? Difícil saber o que vai sair dali.

A filosofia do time neste processo convicto de renovação sempre foi de buscar o maior talento disponível no draft na altura em que estiveram. Não condeno. Acho que, de maneira geral, é assim que tem que se fazer. O problema é que essa tática usada em exaustão talvez não resulte em um time tão bom, tão coeso a ponto de ter valido tanto tempo de ruindade.

Fultz é um armador no estilo combo guard que, em essência, joga com a bola na mão boa parte do tempo. Ben Simmons é um projeto de point-forward que também precisa dominar a bola. Embiid, quando jogou, se mostrou um buraco-negro (dos melhores que existem), em que todas as jogadas acabam nele prendendo a bola e arremessando. Até Dario Saric, mais discreto de todos, apareceu bem de fato quando teve mais ação no comando do ataque. Vai ter bola pra todo esse povo, super inexperiente, talvez sem toda a calma que ainda vão acumular ao longo da carreira, aparecer? E quando um deles não ‘performar’ tudo aquilo que se espera?Afinal só existe uma laranja no jogo…

Sem falar que o time já teve que se desfazer de Nerlens Noel e escancaradamente tentou despachar Jahlil Okafor pelo simples fato de ter selecionado muitos jogadores da mesma posição em drafts recentes – só aí, já dá pra ver que teve pelo menos uma temporada se esforçando para perder ‘desperdiçada’.

No papel, o time é empolgante, mas na prática ainda há muito a se trabalhar. A formação de um elenco talentoso é só parte do processo. Colocar esse povo para jogar, amadurecer e dividir méritos e responsabilidades é uma tarefa dura.

Offseason
O time fez certo. Conseguiu quem queria no draft e fez uma contratação cirúrgica de um veterano. JJ Redick é experiente, joga na posição mais carente da liga hoje e é um cara que sabe ser um excelente coadjuvante – mesmo que, para isso, tenha dado um caminhão de dinheiro ao jogador.

Time Provável
PG – Markelle Fultz / TJ McConnel / Jerryd Bayless
SG – JJ Redick / Nik Stauskas / Timothe Luwawu
SF – Ben Simmons / Robert Covington / Justin Anderson
PF – Dario Saric / Amir Johnson / James Michael McAdoo
C – Joel Embiid / Richaun Holmes / Jahlil Okafor

Expectativa
Há quem acredite que este time possa já brigar pelos playoffs. Acho muito otimismo com um time que dois dos principais caras sequer pisaram em uma quadra da NBA para um jogo oficial. Fazer este time jogar junto o ano inteiro e encontrar um padrão é um objetivo real e honesto, ao meu ver. Se conseguir isso agora, ano que vem dá para pensar seriamente em playoffs.

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[Previsão 17/18] Lakers: a esperança (e a pressão) chamada Lonzo Ball

A história do Los Angeles Lakers tem uma marca bem definida: a franquia é feita de grandes estrelas. Com a aposentadoria de Kobe Bryant, o time parecia desorientado no seu processo de reconstrução. Tinha bons valores, finalmente encontrou um técnico que parece decente, mas não parecia ter aquele jogador com banca suficiente para carregar o fardo de super estrela da equipe.

Dos garotos mais talentosos do time, D’Angelo Russell era o que melhor vestia a capa da responsabilidade. Ao mesmo tempo, nunca conseguiu convencer a todos de que ele era esse cara mesmo. Foi aí que meteram o botão shuffle em LA e decidiram que precisaram repensar os planos da equipe. Isso aconteceu justamente com a chegada de Magic Johnson, atro-mor da história da franquia, para comandar o front office.

Magic, armador lendário da liga, parece que tinha a mesma desconfiança em relação a Russell e entendeu que não seria ao seu redor a construção de um novo Lakers, pós-Kobe. Trocou D’Angelo com a promessa de trazer algum craque na próxima offseason e draftou o calouro Lonzo Ball, jogador mais hypado da liga no momento sem sequer ter pisado em quadra ainda.

Como a vinda de um Lebron James, Paul George ou sei lá de mais quem ainda é só uma promessa para daqui um ano, o projeto mais real de craque que o Lakers aposta para o momento é o seu calouro.

Por um lado, a experiência será válida. Lonzo chega com toda a pressão possível sobre seus ombros num teste de fogo para ver se tem cacife para um dia ser uma lenda da franquia, como seu pai diz que é.

Por outro, pode ser que essa mesma pressão seja um limitador do talento de um garoto tão jovem que ainda tem uma carreira inteira pela frente.

Offseason
O time abriu mão de D’Angelo Russell e Timofey Mozgov em troca de Brook Lopez e espaço na folha salarial em um futuro próximo. Lopez é um excelente jogador no ataque, um dos melhores pontuadores no garrafão, que agora resolveu chutar de fora. Não sei se o time pretende ficar com ele por mais tempo, mas ao menos por essa temporada, tem tudo para ser o cestinha do time e formar uma dupla divertida com Julius Randle.

(Elsa/Getty Images)

Time Provável
PG – Lonzo Ball/Tyler Ennis
SG – Kentavious Caldwell-Pope/ Jordan Clarkson/Josh Hart
SF- Brandon Ingram/ Luol Deng / Corey Brewer
PF- Julius Randle /Larry Nance Jr / Kyle Kuzma
C- Brook Lopez/ Ivica Zubac

Expectativas
É de se esperar um time mais competitivo em quadra, mas não muito acima na tabela do que se viu no ano passado. A regra desta temporada é essa: no Oeste, só vai se dar bem quem for muito bom. Não é ainda o caso do Lakers. Individualmente, dá para esperar muita pressão sobre Lonzo Ball – e caso ele corresponda minimamente isso, dá pra imaginar que ele seja um dos grandes personagens da temporada.

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[Previsão 17/18] Suns: garotos em uma liga de adultos

Lembro de ter sido achincalhado quando, nessa mesma época no ano passado, falei que o Suns era um time desinteressante e que a temporada do time só serviria para a gente ver como Devin Booker era bom. Não quero ficar me gabando por nada, mas acho que foi um palpite certeiro: Booker virou um dos jogadores jovens mais festejados da liga apesar do Phoenix ter ficado em penúltimo no campeonato.

As semanas finais da temporada foram tão enfáticas em confirmar isso que o time deu férias antecipadas a boa parte do elenco e Booker anotou 70 pontos em uma partida.

Para este ano, imagino o time um degrau mais maduro na escala evolutiva dos times em formação da NBA. Tem uma estrela, bons coadjuvantes jovens e conseguiu um calouro que parece promissor.

No entanto, o Oeste é um ambiente muito hostil para um time tão inexperiente. Em outras medidas, é um cenário parecido com o que Lakers, Pelicans e Nuggets vão enfrentar, cada um na sua situação: por mais que todos tenham evoluído, os melhores times da conferência também melhoraram. Seria preciso mais do que uma melhora gradual para mudar de patamar, para se destacar.

Acho que se a temporada de agora servir como uma peneira para, definitivamente, mostrar com quem a franquia pode contar para os próximos anos e quem é descartável, já vai ser de bom tamanho. Digo isso porque algumas peças do time ainda vivem no limbo do elenco. Dragan Bender vai ser o cosplay do Kristaps Porzingis que muita gente esperava ou vai continuar apagado? Eric Bledsoe está comprometido com o futuro do Suns? Alex Len é jogador de NBA?

Se estes meses de temporada responderem estas e outras perguntas, já vai ter sido um ano válido. A partir disso, a franquia poderá atacar os free agents de maneira mais precisa e eficiente, investindo no que não funcionou e reforçando o que tem de bom.

Fora isso, será mais uma temporada para azeitar as peças do time. Booker se consolidar como um dos principais cestinhas da liga, Josh Jackson mostrar que é um ala promissor dos dois lados da quadra e TJ Warren e Marquese Chriss evoluírem tecnicamente como alas sólidos são objetivos realistas e interessantes para se trabalhar.

(AP Photo/Ross D. Franklin)

Offseason
Parte da justificativa para o Phoenix Suns ter evoluído natural e timidamente é a inoperância do front office nos últimos meses. O time ensaiou assinar com algum medalhão, como Blake Griffin, tentou trocar por algum especialista já consolidado na liga, como DeAndre Jordan e até entrou forte nas conversas para receber o insatisfeito Kyrie Irving (era o favorito até a proposta do Boston Celtics aparecer), mas nada aconteceu. Tivesse rolado alguma das situações acima, o time facilmente pularia algumas etapas, mas aparentemente isso vai ficar para a próxima temporada.

Time Provável
PG – Eric Bledsoe / Tyler Ulis / Mike James
SG – Devin Booker / Davon Reed / Elijah Millsap
SF – Josh Jackson / TJ Warren / Derrick Jones Jr
PF – Marquese Chriss / Dragan Bender / Jared Dudley
C – Tyson Chandler / Alan Williams / Alex Len

Só Booker tem lugar cativo neste time. O melhor momento e, principalmente, o maior potencial são os fatores que vão definir quem vai ocupar cada posição com o passar dos jogos. Eric Bledsoe, a princípio, é outro titular intocável, mas o seu comprometimento questionável e sua saúde frágil podem colocá-lo de lado. Josh Jackson, Warren e Chriss devem disputar duas posições nas alas.

Expectativa
O time melhorou, mas ainda não é páreo para o restante do Oeste. É um time de garotos em uma liga de adultos. Deve ser um dos últimos na conferência – o que, na prática, é até mais útil do que tentar ir bem e perder algumas chances valiosas no próximo sorteio do draft.

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