Michael Phelps é bom, mas Kris Humphries era melhor

Os recordes de medalhas de Michael Phelps sugerem que ele é, ao lado de Usain Bolt, o atleta mais imbatível que nós podemos imaginar. Com as seis medalhas conquistadas nas Olimpíadas do Rio, Phepls chegou a 28 medalhas olímpicas, sendo 23 delas de ouro. Além de ser um talento incontestável, o nadador é um absurdo por ser muito versátil – sua especialidade, inclusive, é a prova de 200 metros medley, na qual ele é TETRA campeão olímpico e que é preciso nadar em todos os estilos.

Ainda que desde 2004 ninguém no mundo realmente consiga vencer Phelps nesta prova, havia um tempo em que ele era apenas o segundo melhor. Aos dez anos, em 1995, o nadador não era páreo para Kris Humphries, hoje jogador do Atlanta Hawks.

Os dois na época já eram jovens promessas do esporte americano. No mesmo campeonato, há 21 anos, Phelps se tornava o campeão americano da prova de 100 metros borboleta para crianças daquela idade. Humphries, por sua vez, tinha um desempenho um pouco mais notável: campeão em seis modalidades (em seis delas contra Phelps), com direito a três recordes nacionais entre as crianças daquela idade – um deles demorou 18 anos para ser batido!

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Ainda que obviamente uma disputa entre crianças não seja a prova definitiva sobre quem é melhor em um determinado esporte, já dá uma boa medida sobre o talento que Humphries tinha para a coisa, afinal só cinco anos mais tarde Phepls estreou em uma prova olímpica.

Outro fato curioso é que naquela disputa de 95, Kris também venceu outro multi-medalhista olímpico: o CONTROVERSO Ryan Lochte, que saiu semana passada para tomar um goró e acabou causando uma treta diplomática.

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Pequeno Humphries: ídolo

Há um tempo, Kris justificou ter escolhido o basquete ao invés da natação. Em uma entrevista quando ainda era namorado de Kim Kardashian (um longo parêntesis aqui: sim, Kris Humphries foi aquele cara que foi casado por 70 e poucos dias com uma das personalidades mais populares dos EUA e, depois que foi trocado por Kanye West, se tornou o jogador mais odiado do país de acordo com uma pesquisa nacional pelo simples fato de ser corno  – tomando o posto de Lebron James apenas um ano depois do astro ter trocado o Cavs pelo Heat…), ele explicou que cresceu vendo Jordan jogar e o basquete sempre foi muito mais fascinante para ele.

Ainda que a sua escolha não tenha sido completamente fracassada – vá lá, são 13 anos na NBA, 56 milhões em salários acumulados… -, me parece que Humphries não tomou a melhor decisão da sua vida quando se encantou pelos malabarismos dos jogadores dos anos 90. Fica a lição para não levar o basquete tão a sério.

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1 Comment

  1. Vitor Anfrizio

    Detalhe para a presença de Michael Cavic, nos rankings, antes de se “tornar” Milorad Cavic.

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