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O Dois Dribles agora tem novo endereço!

Pessoal, comecei esse blog há dois anos despretensiosamente, como uma forma de me distrair de um trabalho exaustivo que preciso dar conta todos os dias. Ninguém aqui deve saber, mas moro em uma cidade e trabalho em outra, a mais de 90 quilômetros e uma serra de distância. Vou e volto todo dia. Saio cedo pra caralho, volto tarde. Nada de especial, porque sei que uma porrada de gente vive na mesma, mas depois de um ano nessa, pensei que tinha que ocupar a minha cabeça com alguma coisa que me desse prazer para aguentar a rotina sem enlouquecer e aí nasceu o Dois Dribles.

Para a minha surpresa o blog cresceu, alcançou bastante gente e chamou a atenção de algumas pessoas, que me fizeram uma proposta para hospedá-lo no Fera, um site de esportes do Grupo Estado. A ideia deles é falar de todos os esportes, com uma pegada mais leve e bem humorada. Gostei do desafio e topei. Agora vocês podem acompanhar o Dois Dribles por este link: http://esportefera.com.br/blogs/dois-dribles/

Por mais que eu seja apegado a esse site aqui, criado por mim, eu acho que lá terei a oportunidade de chegar a mais pessoas, de participar de um projeto bacana e de dar minha contribuição para algo que tem muito potencial de crescimento.

O blog antigo continuará aqui no ar com os textos antigos, o Guia de Transmissões e o Guia de Pronúncia dos Nomes dos Jogadores. Todo novo texto que sair lá, eu postarei o link por aqui, para que vocês possam continuar acompanhando. E, quem sabe, um dia volto para esse endereço aqui, vamos vendo…

Ah, o Facebook e o Twitter do Dois Dribles continuarão ativos, divulgando tudo de novo que sair no blog.

Peço, por favor, que vocês me passem um feedback sincero do que acham da mudança, do site, do blog e tudo mais. NÃO ME ABANDONEM! E vamos lá!

Confira a lista de jogos transmitidos pela ESPN na próxima temporada

A pouco mais de um mês do início da temporada da NBA, a ESPN divulgou a lista de jogos que irá transmitir na temporada regular. Segundo o anúncio da própria emissora, é praticamente o mesmo número de jogos do ano passado, aumentando de 131 para 134 – apesar de eu, contando a lista divulgada, só ter visto 125 jogos de temporada regular.

O canal vai ter os direitos de transmitir, ainda, com exclusividade as decisões do Leste e as finais da NBA. A Sportv deve ter direito às finais do Oeste – as duas emissoras têm os direitos revezados ano a ano.

Uma desvantagem perante o ano passado é que nesta temporada alguns times não terão qualquer transmissão pela ESPN, segundo a lista deles. Outros dez vão ter menos de dez jogos exibidos. As torcidas de Bulls, Mavericks, Suns e Knicks, grandes no Brasil, se ferraram. Pelo menos achei inteligente passar mais jogos de Timberwolves e Lakers, dois times interessantes para este ano. Enfim, isso ao menos justifica minha assinatura do League Pass sem peso na consciência.

A lista completa dos jogos você confere no site deles, neste link aqui. Quando a Sportv anunciar as suas transmissões, eu ressuscito a página do blog com o calendário geral, ok?

Fiba suspende CBB até janeiro do ano que vem

Meu negócio aqui é NBA e eu evito me arriscar a falar de outra coisa aqui para não cometer uma gafe ou erro de informação. Em todo caso, não dá para se alienar e deixar de lado a notícia mais importante do momento. A Fiba, entidade de comanda o basquete mundial, suspendeu a Confederação Brasileira de Basquetebol (CBB) até  o final de janeiro do ano que vem por conta da péssima gestão da confederação, pelo não cumprimento de uma série de compromissos assumidos e pela multiplicação da dívida da instituição.

Com a punição, de imediato, os clubes e seleções brasileiras ficam impedidas de participar de qualquer competição internacional – Flamengo e Bauru não podem jogar a Liga das Américas, por exemplo. Se a suspensão for prorrogada, até a participação brasileira nos mundiais adultos de 2019 fica ameaçada, com a possibilidade de afastamento das competições classificatórias.

A treta toda vem se agravando desde que a CBB não honrou o pagamento de uma dívida gerada junto à Fiba pela participação no Mundial de 2014, quando o Brasil entrou como convidado. A cobrança chegou a ameaçar a presença brasileira nas olimpíadas do Rio, mas a federação internacional adiou uma suposta punição naquele momento. Depois, a CBB cancelou a participação das suas seleções de base em competições internacionais por falta de dinheiro. Na gestão do atual presidente Carlos Nunes, a dívida da confederação saltou de R$ 1 milhão para R$ 17 milhões.

Agora, a Fiba exige que estes débitos sejam sanados e que um plano administrativo para a próxima gestão seja apresentado a tempo.

A situação é deplorável e o estado de coma do basquete brasileiro é triste, com reflexos negativos em todos os entes, jogadores, clubes e torcedores. A CBB se disse surpresa com a suspensão, apesar da Fiba já ter anunciado uma intervenção na atual administração há alguns meses, em um claro sinal de que as coisas não estavam caminhando bem.

Sou ignorante quanto aos procedimentos legais possíveis, como uma antecipação das eleições marcadas para março de 2017 ou uma administração de transição até a saída da atual diretoria, mas é fato que a suspensão é a prova definitiva da péssima condução da modalidade no país nos últimos anos.

Que o basquete brasileiro sobreviva a estas pessoas.

League Pass começa temporada sem funcionar no Playstation

Quem me acompanha sabe o quanto eu pago pau para o League Pass, serviço de streaming da NBA para transmitir todas as partidas ao vivo. Eu divido meu tempo assistindo no computador e no Playstation 4. Para o primeiro dia da temporada, no entanto, não foi possível assistir pelo videogame – um vacilo que o suporte do serviço não informou que aconteceria. Quem depende exclusivamente do PS para acessar o League Pass vai ficar sem poder assistir as partidas por tempo indeterminado.

Durante a pré-temporada eu até vi que o aplicativo tinha sido ‘descontinuado’. Na mesma época, surgiu uma mensagem avisando que uma nova versão estaria disponível na PS Store assim que a temporada começasse. Começou e o app não apareceu por lá. No momento da assinatura do serviço, ninguém foi informado do problema também.

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Entrei em contato com o suporte para os clientes fora dos EUA e a resposta que me deram é que “em algum momento o aplicativo estará novamente disponível para PS3 e PS4, mas que infelizmente não conseguiram fazê-lo até o início da temporada”. Também não deram maiores explicações.

Para os clientes americanos, o suporte online do twitter do League Pass recomendava que os usuários deletassem o aplicativo antigo e então buscassem o novo na PS Store. Vi relatos no reddit e no twitter que dava para o pessoal de fora dos EUA logar a conta na loja americana do Playstation para burlar o sistema, mas eu não sei como faz isso e nem tenho culhão.

Pelo visto, o problema foi só com o Playstation, já que no email de resposta o serviço me recomendava assistir via PC, Mac, celular (iOS ou Android), Chromecast, AppleTV, Xbox One ou Roku (claramente citaram todos os devices disponíveis só para enfatizar que todos os outros estão funcionando, haha).

Espero que volte logo, afinal, a possibilidade de assistir pelo videogame é anunciada como uma das vantagens no momento da assinatura.

7 perfis sobre NBA para seguir no twitter

Ontem eu fiz uma lista de podcasts que eu mais gosto e me ajudam a ficar bem informado. Mas entendo que nem todo mundo é adepto do hábito. Para quem curte acompanhar a liga de uma maneira mais ‘silenciosa’, ativa e interativa, vou fazer uma lista de perfis essenciais do twitter para se seguir.

Não vou colocar muito aqui, só aqueles que são meio obrigatórios para quem não quer perder as principais notícias, opiniões e comentários sobre NBA. Tem alguns que são bons para acompanhar durante os jogos, outros que são excelentes por serem engraçados e ainda aqueles que são fundamentais porque dão as novidades da liga em primeira mão.

Bom, claro que o que eu mais indico é o perfil aqui do blog mesmo (RISOS). Lá tem os posts em primeira mão, live tweeting durante as partidas e comentários gerais sobre a liga todos os dias.

@blogdoisdribles:

Ah, também não quero dizer nada nem apelar, mas em breve vai ter um sorteio para os seguidores do perfil com algo que está cruzando o oceano atlântico neste exato momento… Enfim, segue lá!

Bom, segue a lista dos melhores perfis:

Não tem conversa: Woj é o jornalista que dá os maiores furos da liga. Durante o draft chega até a ser chato de tão bem informado que ele é. Antes de cada time fazer sua pick, ele antecipa qual será o jogador escolhido. Trocas, assinaturas de contratos, lesões… ele informa tudo antes dos outros.

Haralabos Voulgaris é  um apostador americano que preenche a timeline de comentários cretinos sobre NBA. Mas, mais do que isso, é um cara que vê as tendências do jogo com um olhar bem peculiar e interessante.

Jason Concepcion, redator do The Ringer, é o famoso cachorro de óculos do twitter que atormenta jogadores, GMs e outros jornalistas que cobrem NBA. Ele se define no seu ‘about’ como “a pessoa mais lixo do planeta”, o que eu acho que já diz muita coisa. O perfil dele é excelente, tanto durante as partidas, como ao longo do dia.

O pivô do Sixers ainda não jogou uma partida oficial de temporada regular pelo seu time, mas já é o MVP das redes sociais. Ele avacalha a si mesmo, os rivais e os colegas de time. É imperdível.

Um dos principais jornalistas da ESPN, metralha a timeline de informações exclusivas ao longo do dia. Perfil obrigatório de se seguir.

Perfil que zoa as interações dos telespectadores sem-noção com as transmissões da ESPN e Sportv. Também evidencia as pérolas mais grotescas dos narradores e comentaristas durante as partidas.

 

10 podcasts sobre basquete para acompanhar a temporada

Temporada da NBA começando e sei que tem uma turma que quer ~mergulhar neste universo e acompanhar a disputa de uma maneira mais HARD. Uma forma aconselhável de ouvir opiniões de todos os tipos e estar por dentro das novidades da liga é ouvir podcasts, que são tipo programas de áudio que você pode escutar pelo celular ou internet.

É bom porque você torna um tempo que era totalmente descartável da sua vida em útil. Dá pra ouvir dirigindo, trabalhando, correndo e etc. Eu, particularmente, gosto muito!

Eu adquiri este hábito porque trabalho muito longe de casa, entre ida e volta do trabalho são 200 km e quase 3 horas de estrada. Para não enlouquecer, uso este tempo para ouvir a opinião de gente que concordo e discordo – um exercício saudável.

Eu ouço mais os programas gringos, que em geral têm mais informação e são mais profissionais. Mas tem podcasts brasileiros legais e bem feitos, que também vou indicar. E basicamente ouço os que estão no iTunes, que é a plataforma que eu mais curto usar. Só procurar por palavra-chave, assinar e receber o podcast assim que o autor publica. Existem outras plataformas que funcionam da mesma maneira, mas eu só uso bem raramente.

Tenho planos de, ao longo da temporada, começar um programa do blog, como uma forma mais despretensiosa de comentar NBA. Só preciso arranjar tempo para me dedicar mais a isso, portanto não sei exatamente quando vai acontecer – mas quando rolar, vocês serão informados!

Enquanto isso, segue a lista:

Poscasts em inglês:

The Drop (The Starters) – É um programa semanal que os caras do Starters, programa da NBA TV, soltam todas as sextas-feiras. Tem mais ou menos uma hora de duração e é dividido em algumas partes. Eles começam falando de alguns assuntos mais importantes da semana, depois respondem perguntas dos ouvintes (relacionadas à NBA ou não, independe), elegem o que rolou de pior na semana, qual foi o melhor tuíte do período e outras coisas do gênero.

É meu preferido. É formado pelo quarteto que apresenta o programa diário de TV (dois canadenses fãs do Raptors, um australiano completamente doente e que não entende as regras de convívio social e um americano torcedor do Bulls). Os caras sabem muito de NBA e conseguem fazer um programa como se fosse uma roda de conversa entre amigos – o tipo de ideia que parece boa, geralmente dá muito errado, mas que eles conseguiram salvar.

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Jalen & Jacoby – Na verdade é um programa diário da ESPN radio que também é distribuído em forma de podcast. Tem pouco mais de uma hora de duração e não fala só de NBA – trata dos outros esportes americanos e de amenidades.

Assim como o Starters, eu gosto demais dos apresentadores do programa: Jalen Rose, ex-jogador da NBA, e David Jacoby, jornalista da ESPN. Os dois discordam de muita coisa, o que torna o debate bem dinâmico – mas sem ser forçado. O bacana aqui é a visão sincera, sem fazer média, de um ex-jogador.

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The Lowe Post – Podcast do melhor jornalista de NBA da atualidade na minha opinião. Zach Lowe é um cara que consegue mesclar com uma perfeição ímpar estatísticas (usando números avançados apropriadamente, mas sem supervalorizá-los), informações de bastidores e opinião sobre o intangível do jogo. É um cara bem humorado e com uma cultura geral impressionante, aparentemente. É um gênio escrevendo e seu podcast é mais uma dose do seu trabalho impecável.

Não tem uma frequência definida e quase sempre conta com um convidado (jogador, técnico, outros jornalistas…). Dura entre 20 min a uma hora. Excelente!

The Bill Simmons Podcast – Outro jornalista que eu gosto bastante. Bill Simmons, conhecido como Sports Guy, é o criador do finado Grantland, que era o melhor site de esportes e cultura geral dos EUA, e atual dono do The Ringer, site que tem o mesmo propósito do antigo e foi lançado neste ano.

Bill é um cara que tem muita informação e opiniões interessantes, bem humoradas. Às vezes é meio clubista demais (torcedor do Celtics), mas sabendo disso e relevando em alguns momentos, dá para levar. É legal também que ele ODEIA a Espn depois que foi demitido de lá, então você ouve coisas que não escuta nos outros podcasts normais. Tem uns convidados inusitados, como artistas em geral falando um monte de merdas. Trata de outros esportes também.

The Ringer NBA Show – Podcast do site do Bill Simmons, mas apresentado por outros jornalistas. Não acho tão bom quando o programa do Simmons, mas tem seus bons momentos. A vantagem é que tem programas mais curtos, de uns 20 minutos – bom quando você não está com tanto tempo.

The Vertical Podcast – Na verdade aqui são três programas distintos: com JJ Redick (shooting guard do LA Clippers), com Woj (jornalista mais bem informado e que dá os maiores furos da NBA) e Chris Mannix (outro jornalista do grupo). Eu particularmente gosto mais do primeiro, com Redick, que tem uma visão diferente dos demais. JJ recebe jogadores, técnicos, membros da comissão técnica (maior parte deles do Clippers ou ex-colegas do jogador). O programa com o Woj também é muito bom porque o cara é sinistro e sempre tem excelentes convidados.

Outros interessantes: “The Big Podcast With Shaq”, apresentado por Shaquille Oneal sobre o assunto que ele quiser falar naquele dia; “Open Floor”, da Sports Illustrated, “NBA Lockdown”, “Rotoworld Fantasy Basketball Podcast”, “Hang Time”, “CBS Sports Eye On Basketball”, “Insiders Sports”, “Dunc’d On Basketball” e etc, mas dai você vai precisar dedicar a sua vida inteira a isso, o que eu acho que não é muito saudável.

Podcasts em português:

Bola Presa – Disparado o melhor podcast brasileiro de basquete, feito pela dupla que administra o blog de mesmo nome. Semanal, com um pouco mais de uma hora de duração, tem uma dinâmica parecida com o The Starters, que eu falei lá no começo – aliás me parece completamente inspirado neles. Primeiro trata-se de alguns assuntos da semana e depois abrem para perguntas dos ouvintes, que podem ser relacionadas a basquete ou não (geralmente são de RELACIONAMENTO).

Se você não se sente confortável em ouvir um programa em inglês, não sabe a língua, não é afim de ouvir e etc, o Bola Presa é o podcast obrigatório para sua ~audição semanal. Fica disponível pra download toda sexta-feira.

Bala na Cesta – Podcast do blog mais tradicional de basquete em atividade no Brasil. Não tem um formato lá muito engessado. Tem o mérito de cobrir as atividades da CBB e do basquete feminino no Brasil, áreas pouco exploradas pelos demais.

Estação Basquete – É um programa web de rádio semanal que eu não sei se vai continuar nesta temporada. Tecnicamente imbatível no Brasil (conta com uma estrutura de rádio de verdade) e passa o clima de uma conversa informal entre os participantes.

Triple-double – Não está no iTunes, mas acho que é bom dar mais opções para os leitores que se interessarem por podcasts brasileiros. É o programa do blog Triple-Double, que cobre bem NBA e NBB. É bem analítico. Dá pra ouvir pelo WeCast, SoundCloud e afins.

 

League Pass lança nova modalidade de assinatura de até oito jogos por mês

A NBA está querendo mexer com a sua cabeça. Esta semana mesmo eu falei aqui sobre o dilema que algumas pessoas têm entre assinar ou não o League Pass, sistema de assinatura para assistir a todos os jogos da temporada. Eu gosto muito do serviço e assinarei com certeza, mas entendo que ele serve somente para alguns propósito, já que a ESPN e Sportv vão passar mais de 200 jogos na tevê.

Pois bem, ontem mesmo o League Pass lançou uma nova forma de assinatura que pode botar mais um ponto de interrogação na cabeça de muita gente. É o Game Choice. Basicamente, por menos da metade do preço do League Pass tradicional, dá para escolher oito jogos a gosto para assistir pelo computador por mês. Me parece uma boa opção para quem não se contenta com a programação da tevê a cabo, mas que também não vai ter todo o tempo do mundo para ver muito mais do que um jogo por dia.

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Com um bom planejamento dá pra ver a grade de jogos que já vão passar nos canais do Brasil e complementar com algumas partidas imperdíveis (lembrando que só não vai ter NBA na tevê às quintas-feiras praticamente). Dá pra assinar por R$ 199 pela temporada toda ou por R$ 15,99 por mês (bem mais barato do que os R$ 419 da temporada ou R$ 44,99 por mês do League Pass).

Eles também liberaram o clássico Team Pass, que serve para quem faz questão de só assistir seu time do coração. Neste caso fica R$ 25,99 por mês ou R$ 259 por ano.

Ainda na dúvida. Compare ai e tire suas próprias conclusões.

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Listão com todas as transmissões de Sportv e ESPN

Há alguns dias soltei aqui a lista de transmissões da ESPN e da Sportv. Agora só me dei ao trabalho de juntar as duas em um só calendário para facilitar a vida de todo mundo.

Deixei como uma página fixa no topo do blog (pra quem lê no desktop) chamada de “Calendário de Jogos na TV“. Quem lê no celular pode acessar numa barrinha de links que aparece no cabeçalho da página no canto superior esquerdo. Recomendo que salvem nos ‘Favoritos’, por que vai ser bem útil ao longo da temporada – aqui vou só deixar como link porque a lista é muito grande.

Basicamente só não vai ter jogo na Sportv ou ESPN na quinta-feira (dia da rodada nobre nos EUA, quando a TNT transmite para todo o país os jogos). De resto, vai ter NBA na tevê praticamente todos os dias!

Ah, eu não sei se os canais se ligaram nos horários de verão do Brasil e dos EUA, que faz a nossa diferença de horários variam de uma a três horas ao longo do ano, quando soltaram essa programação. Desconfio que não. Mas daí eu altero o calendário conforme as datas forem chegando.

FAÇAM BOM PROVEITO. DE NADA.

Sportv divulga lista de transmissões para temporada

Depois da ESPN divulgar a lista de jogos que vai transmitir para o Brasil, chegou a vez da Sportv soltar a sua lista. Ao todo, sem contar os playoffs, serão mais de 80 partidas. Some isso as 130 que a ESPN vai passar, é jogo quase todo dia na TV. Excelente!

Uma coisa que a lista da Sportv tem de vantagem sobre a ESPN é que há um equilíbrio maior nas transmissões dos times. Mas, como são menos jogos, há franquias que não terão transmissão (caso de Suns e Nets).

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Jogos por time

Outra coisa que vai acontecer é que tem partidas programadas para serem transmitidas no mesmo horário nos dois canais. Dai o fã de cada time terá que escolher o que acompanhar. Faz parte, é a síndrome do League Pass.

Mais tarde eu monto um calendário com as transmissões dos dois canais e posto numa página permanente aqui no blog para que vocês possam consultar.

Enquanto isso, dá uma olhada na lista de jogos:

Outubro

25/10 – Cleveland x New York – 22h
26/10 – Golden State x San Antonio – 0h30
30/10 – Miami x San Antonio – 20h
31/10 – Toronto x Denver – 21h30

Novembro

2/11 – Portland x Golden State – 0h
4/11 – Golden State x Oklahoma City – 0h30
5/11 – San Antonio x LA Clippers – 22h30
6/11 – Memphis x Portland – 17h30
8/11 – Golden State x New Orleans – 0h30
8/11 – Cleveland x Atlanta – 21h
12/11 – Indiana x Boston – 21h
13/11 – Minnesota x LA Lakers – 21h
14/11 – New York x Dallas – 21h30
19/11 – Milwaukee x Golden State – 22h30
20/11 – New York x Atlanta – 14h
21/11 – Indiana x Golden State – 21h
22/11 – News York x Portland – 21h30
27/11 – Indiana x LA Clippers – 20h
28/11 – New York x Oklahoma City – 21h30
29/11 – Milwaukee x Cleveland – 22h

Dezembro

3/12 – Toronto x Atlanta – 21h30
4/12 – Oklahoma City x New Orleans – 21h
5/12 – Toronto x Cleveland – 21h30
6/12 – Minnesota x San Antonio – 22h
10/12 – Memphis x Golden State – 22h
11/12 – Minnesota x Golden State – 21h
13/12 – Cleveland x Memphis – 21h
17/12 – Cleveland x LA Lakers – 21h30
18/12 – Washington x LA Clippers – 17h30
19/12 – Chicago x Detroit – 22h
21/12 – Golden State x Utah – 0h30
26/12 – Detroit x Cleveland – 21h30
27/12 – Dallas x Houston – 22h30

Janeiro

2/01 – Houston x Washington – 22h
3/01 – San Antonio x Toronto – 22h30
7/01 – Boston x New Orleans – 21h30
8/01 – LA Clippers x Miami – 17h30
9/01 – Chicago x Oklahoma City – 22h
10/01 – Toronto x Boston – 21h30
14/01 – LA Clippers x LA Lakers – 17h30
15/01 – Toronto x New York – 17h
16/01 – Golden State x Cleveland – 22h30
17/01 – Chicago x Dallas – 22h
21/01 – Boston x Portland – 19h
22/01 – Orlando x Golden State – 14h
23/01 – Atlanta x LA Clippers – 21h30
24/01 – Washington x Boston – 21h
28/01 – Utah x Memphis – 23h
29/01 – San Antonio x Dallas – 21h
30/01 – Dallas x Cleveland – 22h30
31/01 – San Antonio x Oklahoma City – 22h30

Fevereiro

4/02 – Sacramento x Golden State – -0h30
5/02 – Oklahoma City x Portland – 17h
6/02 – Memphis x San Antonio – 23h30
7/02 – Dallas x Portland – 22h30
12/02 – Utah x Boston – 0h
12/02 – Minnesota x Chicago – 17h30
13/02 – Washington x Oklahoma City – 21h
14/02 – Minnesota x Cleveland – 22h
25/02 – Houston x Minnesota – 23h
26/02 – Detroit x Boston – 20h
27/02 – Houston x Indiana – 22h
28/02 – Washington x Golden State – 21h

Março

4/03 – San Antonio x Minnesota – 23h
5/03 – Atlanta x Indiana – 17h
7/03 – LA Clippers x Boston – 0h30
7/03 – Oklahoma City x Portland – 22h
11/03 – Oklahoma City x Utah – 17h
12/03 – LA Lakers x Philadelphia – 23h30
13/03 – Minnesota x Washington – 22h
19/03 – Golden State x Milwaukee – 0h30
19/03 –  LA Lakers x Cleveland – 23h30
21/03 – LA Clippers x New York – 0h30
21/03 – Dallas x Golden State – 22h30
26/03 – Golden State x Memphis – 22h
27/03 – San Antonio x Cleveland – 22h

Abril

1/04 – Chicago x Atlanta – 19h
2/04 – Oklahoma City x Charlotte – 17h
4/04 – San Antonio x Memphis – 22h30
9/04 – Portland x Utah – 0h
11/04 – Portland x San Antonio – 0h
11/04 – Minnesota x Oklahoma City – 22h

 

Um breve guia sobre fantasy games

Bom, eu prometi que começaria a falar um pouco sobre fantasy basketball por aqui, mas tenho certeza que uma parcela dos leitores não estão familiarizados com isso ou até imaginam o que seja mas não entendem. A ideia, então, é explicar brevemente o que é esse negócio.

O conceito genérico dos fantasy é o seguinte: um jogo em que times fictícios, criados por nós, usuários, formam times com jogadores reais e desempenho estatístico deles em quadra reflete no resultado dos times fictícios dentro da liga.

O Cartola FC é um tipo de fantasy game, só que com uma mecânica e uma dinâmica bem própria. Na minha opinião, menos divertida que os jogos criados para os esportes americanos – os caras jogam isso lá há décadas, tem um monitoramento estatístico mais preciso e já conseguiram criar fórmulas que dependem menos da sorte e mais do desempenho real dos atletas.

Outra coisa mais legal nos fantasy dos esportes americanos é que existe a possibilidade de se fechar uma liga e realizar um draft. Desta forma, cada time escolhe seus atletas (diferente do Cartola, em que todo mundo pode ter os mesmos jogadores), fazendo com que os GMs virtuais tenham que trocar ao longo do campeonato, buscar atletas free agent e etc.

A grosso modo, neste tipo de jogo de basquete, os rebotes, pontos, assistências, tocos, roubadas e qualquer outra stat que os membros da liga acharem que vale a pena são somados e conferem uma pontuação para o time.

Existem muitos modelos de jogo, formas de pontuação e etc. As mais populares eu acho até as menos divertidas (porque são adaptações dos fantasy de baseball e futebol americano, que eu conto melhor sobre isso em um post sobre a história dos jogos).

A que eu mais gosto, na prática, funciona assim: você junta um grupo de pessoas que querem jogar (uns seis, dez, vinte, sei lá), marca uma data para o draft, sorteia a ordem e faz as escolhas. Assim, cada time vai ter seus armadores, alas, pivôs e jogadores reservas.

Os jogos são compilados por rodada, isto é, se eu tenho, digamos Lebron James no meu time, as estatísticas que ele fizer na primeira rodada dele na NBA, vale para a primeira rodada do meu time na fantasy league. Portanto, se ele fizer 15 pontos e pegar 12 rebotes no jogo, meu time marca 27 pontos (15+12).

Somam-se todas as estatísticas de todos os jogadores da minha equipe em confronto com todas as estatísticas dos jogadores da equipe que eu enfrento na primeira rodada e quem fizer mais ganha o jogo. Simples.

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Nos modelos mais comuns, usados no Yahoo ou ESPN, os confrontos geralmente são um pouco diferentes: as partidas entre os times fictícios são semanais (as estatísticas da semana inteira se somam, independente do Lebron jogar dois jogos naquele período e o Kevin Durant jogar quatro) e ganha o jogo quem liderar em mais categorias (somam-se todos os pontos feitos por um time e, se ele for maior do que o rival, aquela equipe vence uma categoria e assim por diante em rebotes, assistências, cestas de três e etc). Neste caso, é importante ter jogadores mais completos e times mais balanceados.

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Existem também os modelos ‘roto’, em que não existem confrontos semanais entre times, mas sim uma grande corrida pelo titulo em que os dados são somados ao longo de todo o campeonato – não gosto tanto.

No final das contas, pode tudo parecer complicado, mas não é. Jogando uma liga as coisas ficam mais fáceis de entender. E, acima de tudo, jogar um fantasy game eleva a relação com o basquete e o entendimento da liga. Recomendo muito!

 

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