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No #Fera: Porzingis é o presente e o futuro de um Knicks traumatizado pelo passado

Porzingis é o presente e o futuro de um Knicks traumatizado pelo passado

[Previsão 17/18] Knicks: os dois últimos dramas

Não tem como a temporada que está para começar ser mais enrolada, mais dramática do que a última para o New York Knicks. Isso não é necessariamente uma boa notícia. Só não é tão trágico quanto foram os últimos meses da franquia: assinatura com veteranos contestados, as invenções de Phil Jackson, o sumiço de Derrick Rose, a briga de Jackson e Carmelo Anthony, a insatisfação de Kristaps Porzingis… É difícil bater um roteiro tão caótico quanto este, mesmo.

A saída de Jackson e de Rose já solucionou boa parte dos problemas do time. Agora, a franquia só precisa solucionar duas coisas que ainda estão pendentes para que siga adiante: resolver o pedido de Carmelo Anthony para ser trocado e acalmar Porzingis.

O primeiro nó esta mais perto de ser desatado. O jogador, que tem uma cláusula contratual que permite que ele só seja negociado com a equipe que quiser, já manifestou a vontade de se unir a James Harden e Chris Paul no Houston Rockets. O impasse é que o Knicks ainda não encontrou uma compensação que valha a pena. Mesmo que isso venha se arrastando há meses, a direção do NY pelo menos tem um norte aqui. Na pior das hipóteses, vai se desfazer de seu jogador por um pack de menor valor.

A outra treta é um pouco mais delicada. Kristaps é o futuro da equipe e deveria estar mais tranquilo agora que Phil Jackson se foi. Não é o que alguns insiders dizem. Correm os boatos que Porzingis e o técnico Jeff Hornacek não nutrem um sentimento, digamos, de carinho mútuo. O problema seria a diferença de personalidades e a forma que o comandante encontrou de reafirmar sua liderança perante o elenco, repreendendo Porzingis de mais e seus colegas de menos, o que incomodou o letão.

Se for só isso mesmo, eu acho uma puta besteira. Coisa de técnico novo e jogador inexperiente. No entanto, não dá para saber ao certo. Se o desentendimento realmente existe e se desenrolar ao longo da temporada, o front office precisará fazer algo para não prejudicar o desenvolvimento do seu time.

(Nathaniel S. Butler/NBAE via Getty Images)

Isso solucionado, o Knicks estaria em condições de se desenvolver em um time interessante para os próximos anos, com a vantagem de ter jovens jogadores que já entregam bons resultados, como Willy Hernangomez, um achado.

Offseason
Foi um período em que o Knicks não concretizou muita coisa. Tentou muito trocar Carmelo Anthony, mas não fechou nenhum negócio que interessasse ao time e ao jogador – que tem o poder de veto. Na prática, apostou em Tim Hardaway Jr – um ‘move’ que tem tudo para dar errado, mas que, vá lá, tem alguma chance mínima ainda de surpreender, visto que ele foi razoavelmente bem no Atlanta Hawks.

Time Provável
PG – Ron Baker/ Frank Ntilikina/ Ramon Sessions
SG – Tim Hardaway Jr/ Courtney Lee
SF – Carmelo Anthony/Lance Thomas
PF – Kristaps Porzingis/ Michael Beasley/ Mindaugas Kuzminskas
C – Willy Hernangomez/ Joakim Noah/ Kyle O’Quinn

Expectativas
Existem algumas condicionantes que ainda podem alterar o provável desempenho do Knicks neste ano. Se Carmelo ficar para jogar o que sabe, o time pode brigar pelas últimas vagas de playoffs até. O mesmo pode acontecer se o troco pelo jogador for bom para contribuir de imediato. No entanto, brigar por uma vaga no final dos playoffs talvez não seja a melhor opção para o planejamento a médio prazo e talvez o time escolha tentar subir algumas posições no draft do ano que vem com uma campanha ruim nesta temporada.

O Knicks de hoje é o karma de Carmelo Anthony

A cada momento me parece que uma mudança de ares é o único caminho saudável para a carreira de Carmelo Anthony.

O melancólico jogo de ontem, com quatro prorrogações e a derrota do Knicks, soa como um sinal disso. Partida em Atlanta com arbitragem caseira e mesmo assim o Knicks conseguiu sobreviver por quase 70 minutos. Foram 23 mudanças de liderança no placar e 21 empates. Por parte do time de Nova York, dos dez caras que entraram em quadra, quatro foram eliminados por falta (Carmelo um deles) e outros dois ficaram pendurados. Nos últimos segundos do quarto overtime, Courtney Lee, um dos poucos titulares sobreviventes, teve a chance de empatar a partida duas vezes, mas foi vencido pela imprecisão e pelo cansaço.

O Knicks fez muita merda nas últimas semanas e a franquia está uma zona completa, mas mesmo quando o time luta, se esforça e se doa, a coisa não tem ido pra frente.

Ainda que seja Derrick Rose o cara mais descompromissado com a franquia, que Joakim Noah esteja totalmente aquém do que já jogou e até Kristaps Porzingis que tenha oscilado tremendamente (o que é normal para um jogador jovem, diga-se), é sobre Carmelo Anthony que recaem maior parte das críticas.

Até entendo que ele seja o líder da equipe e tudo mais, mas o time não chegou a esse ponto por causa dele.

Por conta dos seus 32 anos e da natural queda no atleticismo, é normal que seu jogo mude. A explosão nas infiltrações desapareceu, é verdade, mas Melo continua dando conta do jogo de perímetro, continua eficiente na briga pelo rebote e até mostrou uma qualidade desconhecida na troca de passes com a chegada de Porzingis ao time.

Ano passado, quando a torcida estava empolgada com o então calouro, Anthony foi até enaltecido por estas mudanças. O problema foi que neste ano o Knicks pretensamente formou um time de medalhões (um ‘supertime’, como batizado por Derrick Rose, à sua maneira, com tudo que há de negativo nisso).

Desde que a coisa desandou, a partir do Natal, e o Knicks emendou a péssima sequência de 5 vitórias e 15 derrotas, caindo na classificação,  vigília sobre Carmelo aumentou. As críticas de que ele não se esforça, não decide e não quer saber mais de basquete são frequentes. É raro que alguém diga que, na verdade, neste período o jogador tenha aumentado sua média de pontos para 25 por jogo e o Knicks tenha melhorado quando ele está em quadra (diferente de Rose e Kristaps, que acumulam mais pontos sofridos do que feitos quando estão jogando).

Além disso, partiu das mãos deles o chute da vitória contra o Hornets e a cesta do empate no tempo normal contra o Hawks, ontem. Mesmo no lamaçal, é ele quem decide.

Não defendo que o futuro da franquia vá ser melhor com ele. Realmente o time tem que cercar Porzingis de talento para os próximos anos. Mas, nesta temporada, não me parece que a culpa do naufrágio do Knicks seja dele. Dentro das suas limitações, Carmelo tem sido o melhor jogador do time – mesmo que não exista este reconhecimento.

Por último, também acho bem injusto que ele seja crucificado por ter escolhido ficar em Nova York por todos estes anos. Raramente vou condenar um cara por lealdade a uma camisa. Além disso, Carmelo apostou na evolução do time e na capacidade de Phil Jackson montar um time competitivo – o que não aconteceu.

Diante disso, acho que Carmelo tem mais a perder ficando no Knicks do que o Knicks ficando com Carmelo. Essa zona toda, me parece um karma pela insistência dele numa franquia que às vezes parece não ter jeito. É hora de uma mudança de ares.

[Previsão 16/17] Knicks: a soma de todos os fracassos

Um supertime com um MVP, 14 seleções para o All Star Game, um melhor jogador de defesa da liga, um diretor com 11 títulos e um técnico promissor. Pode dar errado? Com certeza pode, afinal, este é o New York Knicks.

Não sou do tipo que acredita em tabus, mas essa é uma franquia que ainda precisa provar que pode dar certo quando cria grandes expectativas. Até hoje, sempre que o Knicks ensaiou fazer algo grande para a temporada, a decepção foi ainda maior – e, para confirmar esta tese, seus dois únicos títulos foram com elencos recheados de bons coadjuvantes.

O enredo fica ainda mais dramático por se tratar de uma série de jogadores desacreditados unidos. Rose tem o peso do rótulo de ‘pior MVP de todos os tempos’, Carmelo é a superestrela mais desacreditada da liga e as inúmeras lesões transformaram Noah em um jogador mais folclórico do que eficiente nas últimas temporadas. Tudo isso, sob uma das camisas mais pesadas e menos vitoriosas da NBA.

Mas sabe aquela lei da matemática que ‘menos com menos dá mais’? É a grande esperança do Knicks.

Offseason
À sua maneira, o time caprichou nas contratações. Além de Derrick Rose e Joakim Noah, Courtney Lee chegou para ser o titular na posição número 2 e Brandon Jennings para ser o armador reserva (ou titular, caso Rose tenha algum dos seus típicos problemas de lesão). Sem dúvidas é o time mais renomado da Era Phil Jackson em Nova York.

Time Provável
PG – Derrick Rose / Brandon Jennings
SG – Courtney Lee / Sasha Vujacic
SF – Carmelo Anthony / Lance Thomas
PF – Kristaps Porzingis / Kyle OQuinn
C – Joakim Noah / Guillermo Hernangomez

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Em 2010 esse time seria imbatível

 

Expectativa
Todo aquele preâmbulo serve para ficar no muro. Eu não sei se eu quero acreditar e, ao mesmo tempo, me prevenir além da conta, mas eu acho que pode dar certo, apesar dos riscos de fiasco serem imensos. Há dois motivos para esperança de playoffs: Kristaps Porzingis ainda melhor e uma conferência Leste com oito times lutando pelas últimas quatro vagas do mata-mata.

Enquanto isso, numa quadra de rua em Atenas…

Enquanto uns 20 e poucos jogadores ainda estão concentrados para a série mais importante das suas vidas, a final entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers, as outras centenas de atletas da NBA já estão curtindo as suas férias. Paul George está viajando pela Europa com a sua própria camisa do Indiana Pacers. Pau Gasol tá pensando se vem ou não pras Olimpíadas do Rio. Já os ‘rising stars’ Giannis Antetokounmpo e Kristaps Porzingis estão jogando uma partida maluca de streetball em Atenas.

Duas coisas exemplificam exatamente o que é uma pelada de férias para estes caras: Porzingis jogou a partida inteira de ÓCULOS ESCUROS e Giannis e seu irmão, Thanasis, somaram 133 pontos marcados na partida. Ah, o jogo ainda rolou a céu aberto – o que justifica, em partes, KP atuar com o visual de MOSCA – e terminou empatada em 133 a 133.

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Pelada de férias > playoffs

Para tudo ficar ainda mais bizarro, no auge da partida, os caras – alguns profissionais do basquete europeu e alguns daquela RAPAZIADA GIL CEBOLA de Giannis – começaram a dançar no meio da quadra, com um centésimo do traquejo dos niggas americanos da NBA, enquanto Antetokounmpo enterrava dando um 360.

Total ritmo de férias.

 

Porzingis já vende mais camisas do que Durant, Westbrook e Harden

A COQUELUCHE PORZINGIS NÃO PARA! A prova definitiva de que o letão é o novo queridinho do basquete americano é a lista de camisas mais vendidas. Kristaps figura atrás, apenas, de Stephen Curry, Lebron James e Kobe Bryant. A camisa 6 do New York Knicks é, simplesmente, a quarta camisa mais vendida hoje em todo o mundo.

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#6 Knicks: a quarta mais vendida

Curry é o atual MVP, o futuro MVP desta temporada e simplesmente o mundo inteiro o ama. Lebron James é o principal jogador de basquete dos últimos dez anos e Kobe Bryant se despede da liga como o cara mais popular do time mais popular da terra. Na prática, é quase impossível passar estes três, o que torna o feito de Porzingis ainda mais impressionante: dentre os mortais, ele é o que mais vende camisa.

Segue a lista:

1     Stephen Curry     Golden State Warriors
2     LeBron James     Cleveland Cavaliers
3     Kobe Bryant     Los Angeles Lakers
4     Kristaps Porzingis     New York Knicks
5     Kevin Durant     Oklahoma City Thunder
6     Derrick Rose     Chicago Bulls
7     Russell Westbrook     Oklahoma City Thunder
8     Kyrie Irving     Cleveland Cavaliers
9     James Harden     Houston Rockets
10     Jimmy Butler     Chicago Bulls
11     Klay Thompson     Golden State Warriors
12     Paul George     Indiana Pacers
13     Anthony Davis     New Orleans Pelicans
14     Chris Paul     Los Angeles Clippers
15     Carmelo Anthony     New York Knicks

Detalhe que, é sempre bom lembrar, no dia em que foi draftado, uma bando de torcedores do Knicks chorou, esperneou e vaiou a escolha do calouro europeu. Hoje, simplesmente, todos os adoram.

Estes dias até fizeram um vídeo brincando com isso. Mostra, numa historinha hipotética, que todos aqueles que reclamaram da escolha do jogador foram vítimas de algum tipo de maldição e só vão conseguir sair dela se, finalmente, se renderem ao talento do rapaz – e obviamente a maioria engole o orgulho e reconhece que ele é um excelente jogador.

PorzinGOD é diferente de Linsanity

Conforme o tempo vai passando, é possível ter uma melhor noção dos acontecimentos. A coqueluche com o desempenho surpreendente do calouro letão Kristaps Porzingis é frequentemente comparada com a febre avassaladora que tomou Nova York quando o armador Jeremy Lin fez chover num time desacreditado do Knicks. A comparação é justa – e inevitável – até certo ponto.

Basicamente, o grande elo entre os dois momentos e os dois jogadores é que deram à franquia e aos torcedores uma esperança rara nas últimas décadas. No caso de Lin, o furacão foi mais avassalador no momento por alguns motivos: ele era um cara com um perfil totalmente improvável para o basquete em um time que, em tese, não tinha nenhuma esperança de vitória. Descendente do Taiwan, nerd estudante de Harvard e com uma série de dispensas no breve currículo, Lin foi promovido a titular em um time desfalcado por lesões e conseguiu meter uma sequência de jogos com médias altíssimas de pontos. Além disso, levou a equipe a uma sequência de vitórias inesperada.

A história é meio que única. Nunca existiu nada como isso antes, nunca existirá depois, especialmente porque ninguém esperava que aquilo tudo fosse durar muito tempo. A empolgação era gigante porque ninguém levava aquela sequência muito a sério.

No caso atual do calouro Porzingis o fenômeno é levemente mais tímido. Para começar, ele não têm um exército de milhões de asiáticos ao seu lado – que desde Yao Ming se mostraram os fãs mais fanáticos do esporte. Sua ascensão foi um pouco mais gradual, na medida do possível para um calouro.

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Idolatria por Porzingis é mais justa

Por outro lado, Porzingis já é, com todo o exagero do mundo, o principal motivo para que a torcida nova-iorquina tenha alguma esperança de ter um time vencedor em um futuro próximo.

O jogador é jovem e cheio de talento. A única desconfiança que ele despertava era se iria conseguir encaixar seu estilo de jogo na liga americana. O grande problema apontado pelos olheiros é que Kristaps tinha um jogo ‘muito europeu’ para a NBA. A avaliação precoce só mostra o quanto estes caras sempre estiveram errados. Não só por apontarem este risco, mas por avaliarem que o estilo do jogador era mais adequado ao basquete Fiba. Quem o vê jogar percebe que as comparações com Nowitzki são descabidas e que Porzingis é muito mais atlético que o perfil do alemão, mesmo quando jovem, e que seu estilo de jogo é tão físico quanto os mais americanos dos jogadores.

Desta forma, a empolgação atual pelo desempenho de Kristaps é muito mais sólida do que o sentimento da Linsanity, que durou um mês e foi embora da mesma forma que chegou.

Porzingis é o futuro de uma franquia acostumada com decepções. É a esperança de uma torcida ferida.

O fenômeno Porzingis

Era de se esperar que Porzingis fosse vaiado no dia do draft. Mesmo com uma classe talentosíssima de universitários disponíveis para escolha, o New York Knicks escolheu o letão de 2,21 metros. A torcida nova-iorquina sempre foi chata e, em casa no dia do draft, mandou aquela tradicional vaia. Teve um moleque que viralizou se derretendo de tanto chorar com a escolha.

O jovem ala-pivô começou bem. Com algumas declarações robóticas e sem emoção, ele disse que ia mostrar que não tinha porque a rapaziada se preocupar tanto e que logo ia transformar aquelas vaias em motivação para moer dentro de quadra. Ele também tinha a seu favor o respaldo de Phil Jackson, multi campeão e manda-chuva da franquia. A aposta era que o big man cairia como uma luva no esquema de triângulos que a equipe tinha acabado de adotar. O único receio era o seu físico. Novo e esguio, parecia que não ia ter vez na disputa dentro do garrafão até que as bombas fizessem efeito.

As coisas evoluíram bem e o cenário mudou mais rápido do que se imaginava. Doze jogos depois, na noite de ontem, Kristap Porzingis já foi aplaudido de pé pela torcida do Knicks. Com 29 pontos e 11 rebotes, o jogador já é mais festejado que a estrela Carmelo Anthony pelos torcedores. O jeito desengonçado e as jogadas espetaculares já fazem dele o novo xodó de NY.

O jovem lidera a NBA em putback dunks (em português claro, REBODUNK), aquela jogada em que o jogador pega, no ar, o rebote ofensivo e enterra a bola na cesta imediatamente. Para completar, o time registra uma campanha decente, com 50% de aproveitamento, o que pode render uma disputa por vaga nos playoffs.

Estes dias Porzingis também mostrou que pode ser decisivo. Meteu uma bola no último lance de partida que viraria o jogo contra o Hornets. Na revisão dos árbitros, ficou definido que o arremesso não valeu, porque o cronômetro já tinha zerado uma fração de segundos antes da bola sair da mão do letão. Mesmo com a derrota, Kristaps foi ovacionado.

A ~coqueluche é um fenômeno parecido com a Linsanity de três anos atrás. Vindo de Harvard, o armador de origem asiática Jeremy Lin chegou ao Knicks para completar minutos do banco de reservas. No entanto, durante um mês, registrou médias de 20 pontos e 8 assistências, além de levar o time a dez vitórias (sendo sete seguidas). A Meca do basquete parou para assistir Lin jogar. Uma partida de 38 pontos, outra de 35. Todos os jornais só mostravam o armador nas suas capas. As transmissões só falavam dele. Era um herói exótico e improvável.

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Jeremy who? A moda agora é Porzingis!

O treinador mudou, os jogadores que estavam lesionados voltaram e Lin voltou a ser o que sempre foi: um atleta inconstante e pouco confiável. E a febre passou.

O clima da torcida com Porzingis é parecido. Na mesma medida em que há algum resquício de receio em abraçar o jogador como o novo grande ídolo do time, também dá para dizer que é um jogador muito mais promissor e talentoso que foi Lin. Grande, móvel e com um arsenal ofensivo letal, deve ser uma questão de tempo para que Porzingis deixe de ser uma sensação e vire um craque.

Até lá, dá para curtir a empolgação ao seu redor, como isso:

https://www.youtube.com/watch?v=9jfAYtuBtx4

PORZINGIS!

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