Tag: Orlando

#Fera: Evolução de Victor Oladipo dribla desconfiança no seu jogo e hype dos concorrentes

Evolução de Victor Oladipo dribla desconfiança no seu jogo e hype dos concorrentes

Palpites fundamentais para a temporada 2017/2018

Já virou tradição aqui no blog eu fazer este post de palpites para a temporada. Não são previsões tão sérias (como as que fiz, time a time) e nem todas elas têm a ver com o basquete jogado na quadra. É mais uma série de chutes sobre o que eu acho que pode rolar ao longo do ano, o que eu gostaria que acontecesse e o que possivelmente não vai rolar, mas que eu quero ser o primeiro a dizer que pode acontecer. Já fiz isso nas últimas duas temporadas e tive até que um aproveitamento bom nos acertos – e você pode conferir a prestação de contas de 2016 e 2017 para comprovar o que eu falei de besteira também.

Enfim, vamos aos chutes:

  • Isaiah Thomas só vai voltar a jogar perto do All Star Game, em fevereiro do ano que vem.
  • Mas o backcourt com Derrick Rose e Dwyane Wade vai encaixar tão bem que o torcedor do Cavs não vai ter pressa para que Thomas volte.
  • Houston Rockets e Oklahoma City Thunder ficarão na frente do San Antonio Spurs na temporada regular.
  • Chicago Bulls não vai ficar nem em último, nem em penúltimo no Leste.
  • New Orleans Pelicans vai se classificar para os playoffs.
  • Los Angeles Lakers não vai nem ameaçar se classificar.
  • Lonzo Ball será o Calouro do Ano em uma votação apertada.
  • Milos Teodosic vai empolgar mais do que Markelle Fultz e Jayson Tatum.
  • Marc Gasol será trocado no meio da temporada. Demarcus Cousins não.
  • Joel Embiid jogará mais do que 70 jogos.
  • Orlando Magic e Detroit Pistons terminam a temporada na frente do Philadelphia 76ers, que não irá aos playoffs.
  • New York Knicks será a piada da NBA. Vai acabar a lua de mel entre a torcida do time e Kristaps Porzingis.
  • James Harden será o cestinha da temporada. Kyrie Irving e Demar Derozan ficarão no top 5.
  • O título de MVP da temporada será disputado cabeça a cabeça entre Kevin Durant e Lebron James.
  • E o título da NBA, mais uma vez, será decidido entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers.
  • Desta vez, em sete jogos.

Quer receber as atualizações do blog em primeira mão? Siga o Dois Dribles no Twitter:

[Previsão 17/18] Magic: é devagar que se vai a lugar nenhum

Se você está acompanhando o preview dos outros times aqui no blog, deve ter notado que, exceto o Brooklyin Nets, os demais (Lakers, Suns e Sixers) são times que foram bem ruins nos últimos anos, mas agora vivem a esperança de um futuro mais produtivo, com vários bons jogadores jovens. O Orlando Magic é quase isso. Na verdade, é um projeto como este, só que lento e mal sucedido.

Já são cinco temporadas sem playoffs, quatro delas com menos de 30 vitórias, o pior retrospecto recente da conferência Leste ao lado do Philadelphia. Apesar da eternidade toda de ruindade, o time não conseguiu capitalizar bons jogadores via draft. Aliás, colecionou dúvidas, fracassos e apostas questionáveis.

A sensação é que ninguém no time desencantou. Elfrid Payton é bom, mas joga em uma época que há pelo menos uma dúzia de armadores muito bons e bem melhores do que ele. Aaron Gordon parece ter talento, mas enfrenta a dúvida dos seus técnicos sobre a sua posição ideal e até hoje não conseguiu mostrar onde seria um jogador mais útil. Nikola Vucevic é um pivô útil ofensivamente, mas fraco na defesa (como dezenas que esquentam banco em outras equipes por aí). Mario Hezonja era o projeto de craque da equipe, mas hoje já é candidato a fiasco.

A temporada passada, que foi chave para várias franquias retomarem a esperança de um dia voltarem a ser bons times, foi uma zona para o Orlando. Péssimas trocas, negócios desfeitos e um dos maiores micos do ano: o vazamento de uma foto com todos os alvos do time na intertemporada deste ano – e a convicção de reformulação do time é tão fraca, que nenhum dos jogadores que interessavam naquela época acabaram indo para a franquia.

No final das contas, o time faz um processo de reconstrução fraco, torto e que não vai chegar a lugar algum. É bem provável que mais alguns anos de fracasso venham pela frente.

Offseason
O time manteve seu núcleo jovem e, até o momento, meio sem sal. Conseguiu um steal assinando com Jonathon Simmons, mas que é o tipo de jogador que faria sentido em um time mais bem estabelecido ao invés de uma franquia que amontoa jogadores jovens. Além dele, Arron Afflalo também assinou com o time, deflagrando a total falta de confiança em Mario Hezonja.

No draft, o time escolheu Jonathan Isaac, um jogador absurdamente atlético e que preenche bem a rotação da equipe. Mas no futuro o Magic pode ser cobrado por ter deixado passar Dennis Smith Jr, armador sensação que caiu no colo do Dallas Mavericks três escolhas depois.

Time Provável
PG – Elfrid Payton/ Shelvin Mack/ DJ Augstin
SG – Evan Fournier/ Arron Afflalo/ Mario Hezonja
SF – Terrence Ross /Jonathon Simmons/ Wesley Iwundu
PF – Aaron Gordon/ Jonathan Isaac/ Marreese Speights
C – Nikola Vucevic/ Bismack Biyombo

Expectativa
O time não é dos piores do Leste, que já é uma conferência fraca, mas ainda não é um dos oito melhores. Deve ficar na zona insonsa por mais um ano.

A zona que é o Orlando Magic em uma foto

Era só um registro inocente de uma negociação qualquer. O agente do jogador argentino Patricio Garino, feliz que seu cliente tinha fechado contrato com o Orlando Magic para o final desta temporada e toda a próxima, postou a clássica foto do atleta com papel e caneta na mão e sorriso no rosto. A merda, exemplo máximo do amadorismo total e da maré de azar que a franquia vive, é que na parede atrás do jogador, ao fundo da foto, um quadro branco mostrava todas as negociações que o time considera fazer na offseason.

Numa coluna estão os jogadores ‘híbridos’, de múltiplas posições, que o time cogita tentar alguma troca. Na outra, aqueles sem contrato que a franquia pretende persuadir para assinar. Nas seguintes, pivôs e alas com a característica de espaçar a quadra que também estão no radar do time.

Pois bem, ainda que não seja culpa direta da franquia que o agente do jogador tenha feito esta cagada, houve um descuido brutal, já que é bem plausível imaginar que alguém do staff do Magic estava presente naquele momento e viu que uma foto estava sendo tirada com as informações ao fundo.

O negócio fica ainda mais constrangedor porque a primeira coluna sugere que o time vai tentar trocar o ala Aaron Gordon, um dos seus principais talentos, por Dario Saric, do Philadelphia 76ers. Imagina que clima gostoso dentro do time quando Gordon descobriu os planos do time por uma foto no twitter…

O pior de tudo é que diante de todas as movimentações que o Orlando executou nas últimas temporadas, uma trapalhada dessas não chega a ser surpreendente. O ‘dominó de maravilhas’ começou no ano passado, quando o time mandou Tobias Harris, um ala bem útil e jovem, pelo inexplicável combo composto por Brandon Jennings e Ersan Ilyasova. O primeiro, um armador que nunca vingou, jogou 25 jogos pela franquia e saiu ao final da temporada, e o segundo foi negociado com o Oklahoma City Thunder junto com os promissores Domantas Sabonis e Victor Oladipo em troca de Serge Ibaka. Este, por sua vez, foi mandado para Toronto no meio da temporada atual, em troca de Terrence Ross e uma escolha no final do draft. Em resumo, o time se desfez de uma porrada de gente promissora em troca de uma escolha de draft e um jogador que mal se firma como titular.

Dentro de quadra, o time também não se encontrou: com um monte de pivôs à disposição e falta de talento no perímetro, o técnico Frank Vogel fez milhões de experiências e colheu poucos resultados úteis. Foi o terceiro time com maior número de formações que jogaram mais do que 100 minutos juntas, atrás somente de Clippers e Rockets (ambos tiveram três dos seus titulares lesionados por um bom tempo ao longo do ano, o que explica o fenômeno). Tem o segundo pior ataque da liga e uma das dez piores defesas. Já usou Gordon, power forward de ofício, como ala-armador e Mario Hezonja como ala-pivô, que até ano passado era testado como armador.

Tudo isso culmina na segunda pior campanha do Leste, superior apenas ao agonizante Brooklyn Nets. Enfim, um caos total.

E agora, para fechar a temporada, quando nada pior poderia acontecer, o time entrega de lambuja todos seus planos para o ano que vem da forma mais idiota possível. Tudo isso para anunciar a ‘bombástica’ assinatura de Patricio Garino… É, não dava para esperar uma besteira menor.

Correção de rota

Que bom que alguns times têm a decência de detectar fraquezas pontuais e/ou solucionar algumas cagadas recentes sem grandes sacrifícios. A troca anunciada entre Toronto Raptos e Orlando Magic é uma lição para os demais times da liga neste sentido, aliás. Com uma movimentação simples, os dois times dão importantes passos para corrigir erros de percurso recentes .

Claro, cada qual em sua medida, mas ambos melhoram suas perspectivas atuais e futuras com a ida de Serge Ibaka para o Toronto Raptors e de Terrence Ross, junto de duas escolhas de primeiro round, para o Orlando Magic.

A começar pelo ponto de vista do time canadense, que até mês passado era considerado a principal ameaça do domínio absoluto do Cleveland Cavaliers. Entrou em uma onda de maus resultados e já foi superado pelo bom Boston Celtics, pelo emergente Washington Wizards e pelo desacreditado Atlanta Hawks. Com semanas terríveis entre janeiro e fevereiro, o time não só não aproveitou a queda do Cavs como perdeu espaço para outros concorrentes do Leste.

Desde o começo da temporada já se imaginava que o time precisava de um reforço defensivo no garrafão que, se possível, pudesse colaborar no ataque, especialmente no perímetro. O time tinha perdido Bismack Biyombo para o Orlando Magic e não tinha conseguido nenhuma reposição à altura. A solução inicial foi buscar Jared Sullinger, do Celtics, no mercado. Mas lesionado, o jogador ficou meses de molho e quando voltou à ação, não deu conta do recado.

Alguns meses dentro da temporada, o Raptors se animou com a notícia de que Paul Millsap estava no mercado. O ala era o jogador perfeito para complementar a dupla Kyle Lowry-Demar Derozan – tinha as tão buscadas características de ser um exímio defensor e versátil no ataque. Mas o negócio miou com a falta de boas propostas pela estrela do Atlanta.

Sem muitas opções no mercado, o time tratou de treinar o brasileiro Lucas Nogueira para se tornar a solução caseira. Bebê até começou a chutar de fora, emplacou boas sequências de partidas, mas infelizmente não tem a qualidade necessária para elevar a franquia de patamar.

Agora, encontra em Serge Ibaka o encaixe próximo do ideal. Apesar de estar em último ano de contrato e ter um salário gigante, o ala-pivô que era do Thunder e do Magic é uma versão genérica do que o time buscava em Millsap.

Ainda que não seja mais aquele defensor vigoroso de outros tempos e oscile muito no ataque, Ibaka é uma excelente opção alternativa para pontuar. Sabe jogar sem a bola nas mãos – e apesar de ter reclamado disso em Oklahoma, suas perspectivas de envolvimento na rotação são bem maiores ao lado de Lowry do que de Westbrook e Durant.

Como parece ser a melhor opção no momento, o Raptors vai para o tudo ou nada. Se não é a garantia de sucesso do Toronto, Serge é a melhor opção disponível para tentar fazer o time retomar o posto de finalista do Leste. Pode dar muito certo.

Ao contrário do que ele era em Orlando. Ninguém entendeu nada na offseason quando o time da Florida trocou sua escolha do primeiro round e Victor Oladipo, sua principal aposta de franchise player, por Ibaka e, pior, alguns dias depois assinou com Biyombo.

O time carregava o garrafão e, ainda por cima, jogava um de seus talentos da posição, Aaron Gordon, para a ala menor, onde não tinha dado muito certo nas experiências anteriores.

O resultado foi catastrófico: o time nunca encontrou uma formação que soubesse usar bem o elenco e o time, que esperava lutar pelos playoffs, foi sendo superado por quase todo mundo na conferência. Hoje, é o penúltimo colocado, na frente apenas do Nets, que só ganhou uma partida em 2017. O ataque é horroroso e a defesa não funcionou. Não há opções no perímetro.

Apertar o botão de ‘reset’ era o melhor a se fazer. Para isso, a solução ideal seria trocar Ibaka, jogador de pior contrato no momento e que ficaria livre em alguns meses, por boas perspectivas futuras. E foi isso que aconteceu.

Ok, nada conserta a cagada feita meses atrás, mas Terrence Ross vem tendo um excelente ano e é um ala-armador bem decente para suprir a ausência total de talento do Magic na posição.

Ainda entra no próximo draft com duas escolhas de primeiro round: a sua, que deve ser alta, e a dada pelo Toronto, que não será tão boa assim. Mas em uma turma que dizem ser carregada de bons talentos, já é algum alento.

Os dois times vacilaram em algum momento recente, seja com alguma troca ruim ou na inércia nas trocas quando boas oportunidades surgiram, mas esta negociação funcionou bem para corrigir a rota de cada uma das franquias na medida do possível.

Procurado: Steve Franchise

Um Iverson com disciplina“. O cara que cravou essa definição sobre Steve Francis lá no final dos anos 90, há quase 20 anos, foi um iluminado. Ainda que o futuro tenha provado que ele estava errado, já que Francis conseguiu a incrível proeza de ter uma biografia ainda mais conturbada que a de Iverson, a pertinência da comparação é impressionante: ambos foram atletas profissionais improváveis cujos talentos superaram as limitações físicas e que, no final das contas, acabaram boicotados pelos seus péssimos hábitos fora das quadras.

O leitor um pouco mais novo talvez não se lembre, mas Steve Francis foi um protótipo de Russell Westbrook que transitou pela NBA no começo dos anos 2000.

Em um relato pessoal, foi nessa época que eu comecei a ver basquete com mais cuidado mas, ao mesmo tempo, ainda não estava contaminado por essa obsessão muitas vezes chata de assistir o jogo pensando em eficiência, números e tudo mais. Ver um cara de 1,90m enterrar por cima de todo mundo e descolar triple-doubles no meio dos pivôs lendários dos anos 90 era algo fascinante. Por um período, eu me convenci que Steve Franchise, como era chamado, era a melhor coisa da NBA.

Steve Francis

Mas o seus feitos como jogador não são nada se comparados à sua atividade, digamos, extra-quadra – aliás, isso é que aparentemente fez a carreira de atleta de Francis ser tão curta.

O currículo de estrela universitária, calouro do ano e três convocações para o All Star Game nem se comparam à lista de bizarrices e problemas que enfrentou após a aposentadoria precoce da NBA, aos 29 anos.

Aliás, ele era tão bom que, quando começou a decair como atleta, ninguém entendeu muito bem, Tudo bem, teve uma lesão ou outra, mas nada tão sério a ponto daquele jogador, até pouco tempo fabuloso, virar uma peça descartável de uma hora para outra.

As coisas começaram a ficar um pouco mais claras quando as primeiras imagens de Francis após derrocada começaram a surgir. Em uns dois anos, o jogador parecia ter envelhecido uns quinze.

Ele é esse senhorzinho da esquerda

Ele é esse senhorzinho da esquerda

As imagens eram tão chocantes, que Francis teve que vir a público dizer que não estava virado nas drogas. Que apenas estava envelhecendo como qualquer outra pessoa – de 30 e poucos anos com uma lata de 50…

Vira mexe, pitavam umas imagens mais intrigantes ainda do jogador. Numa delas, jogando champangne no rosto enquanto CHORAVA cantando Drunk in Love da Beyoncé. Na outra, era enforcado pelo também ex-jogador e também maloqueiro Stephen Jackson.

Neste meio tempo, notícias davam conta que Francis estava completamente quebrado, sem dinheiro, apesar do mais de 103 milhões recebidos em salários. Para descolar uma grana, tentou jogar na liga chinesa – numa época em que a liga chinesa era menos competitiva ainda – e não mostrou qualquer condição de voltar a praticar um esporte.

Agora, parece que chegou ao fundo do poço. Nesta semana Francis foi parado por dirigir bêbado e acima da velocidade permitida nas ruas de Houston. Acabou mantido preso por estar sendo procurado por roubo – alguns meses atrás ele teria estourado um carro e roubado mais de 7 mil reais em pertences. Arrependido ou alterado, ele até procurou a polícia para confessar o crime aos prantos, mas foi liberado pelos policiais que não entenderam nada. Alguns dias mais tarde, com a denúncia do crime em mãos, a polícia da Florida passou a procurá-lo pelo crime e o classificou como fugitivo. Pesado…

Incrível que, ainda jovem, ainda sem grandes indícios do que viria pela frente, tenham soltado aquela comparação com Iverson. Realmente, com alguma razão, mas definitivamente sem a tal disciplina.

[Previsão 16/17] Magic: alguém entendeu alguma coisa?

Eu apostava no Orlando Magic para brigar por uma das últimas vagas dos playoffs ano passado. Um time jovem, completo e talentoso era suficiente para ir para o mata-mata e ganhar rodagem. A equipe não deslanchou e acabou decepcionando. Mas, como alguns fracassos fazem parte do aprendizado, eu tinha CERTEZA que esse ano a equipe viria mais forte para tentar uma vaguinha.

Acontece que no meio do caminho havia uma offseason. O período de trocas chegou e bagunçou a franquia. Ninguém mais sabe o que esperar desse time. Eu nem descarto uma campanha entre as oito melhores do Leste, mas acho que o time negou todo o trabalho que vinha sendo feito quando abriu mão de Tobias Harris (ainda no ano passado), Victor Oladipo e Domantas Sabonis e apostou no inconstante Serge Ibaka e no questionável Bismack Biyombo. Imaginava que o time antigo, antes das trocas, seria perfeito para Frank Vogel, excelente técnico que foi contratado.

No final das contas, eu não entendi nada.

Offseason
O time trocou um dos seus principais jogadores (Oladipo) por Ibaka. O que eu acho mais questionável de tudo é que a franquia se desfez de um jogador em evolução e da posição mais escassa de talento na liga atualmente e buscou um jogador que parece que está em processo de sutil decadência. As coisas podem mudar e Ibaka pode se reencontrar, mas, até que se prove o contrário, o negócio não foi dos melhores.

que erro

O ponto positivo foi a contratação do técnico Frank Vogel, que sabe armar uma defesa consistente como poucos na liga. Com Payton, Gordon e Ibaka, o treinador vai ter ‘material humano’ (detesto essa expressão) para montar uma equipe sólida para parar os ataques rivais.

Time Provável
PG – Elfrid Payton / DJ Augstin
SG – Evan Fournier / Jodie Meeks
SF – Aaron Gordon / Mario Hezonja
PF – Serge Ibaka / Jeff Green
C – Nikola Vucevic / Bismack Biyombo

Expectativa
Com a troca feita, a curto prazo o time pode até conseguir uma das últimas duas vagas dos playoffs com mais facilidade, mas não passa da primeira rodada – ainda que eu acredite que nem isso vai rolar.

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén